O jovem atacante Claudio Echeverri, de 19 anos, arrumou malas para deixar o Manchester City e rumar ao Bayer Leverkusen nesta temporada, após perder espaço sob o comando de Pep Guardiola nos Citizens. O argentino saiu por empréstimo do Etihad Stadium com o propósito de acumular minutos em campo e seguir seu desenvolvimento como jogador de futebol na Europa. Contudo, sua jornada na Bundesliga está se revelando bem mais desafiadora do que o atleta imaginava, e Simon Rolfes, diretor esportivo, explicou os motivos de sua participação reduzida na equipe.
Nem com Erik Ten Hag nem com Kasper Hjulmand, Echeverri conseguiu se firmar no time titular. Seu papel nem chega a ser de importante coadjuvante, já que atletas mais experientes, como Jonas Hofmann, tiveram mais tempo de jogo que o argentino no Bayer Leverkusen. Ele disputou somente 75 minutos, distribuídos entre três jogos da Bundesliga e dois da UEFA Champions League. Além disso, o camisa 9 dos Werkself não entrou em campo nas últimas duas rodadas, ficando completamente de fora.
A escassez de tempo de jogo de Claudio Echeverri no clube alemão contrasta fortemente com a de seu ex-parceiro de equipe, Franco Mastantuono, que conquistou espaço no Real Madrid de Xabi Alonso, ex-comandante do Bayer Leverkusen, ao totalizar 538 minutos em sete partidas da La Liga e outras duas da UEFA Champions League. Ele ainda marcou um gol e deu uma assistência. Das duas joias mais recentes surgidas nas categorias de base do River Plate, apenas uma está despontando na elite europeia.
A situação de Echeverri trouxe uma manifestação de Simon Rolfes, diretor esportivo do Bayer Leverkusen, que explicou as razões da limitação do “Diablito” entre os Leões: “O time precisa primeiro consolidar estabilidade defensiva para poder praticar um futebol dominante. Quanto mais atingirmos isso, mais Claudio e os demais ofensivos vão se beneficiar.” Ele completou: “O problema de Echeverri é que ele nem sempre apresenta a precisão posicional que Kasper Hjulmand espera, então o treinador está confiando por hora em jogadores taticamente seguros, como Jonas Hofmann.”
A realidade é que o técnico Hjulmand ainda não está totalmente convicto de Claudio Echeverri, e por isso ele não está tendo a importância e o destaque que esperava quando aceitou o empréstimo para o Bayer Leverkusen neste verão. O atacante chegou com a incumbência de substituir Victor Boniface, que se transferiu para o Werder Bremen, mas o argentino está sendo ofuscado por Patrik Schick, que é titular absoluto sob o comando do dinamarquês e uma das principais referências ofensivas dos Werkself, depois da saída do ídolo Florian Wirtz para o Liverpool.

Echeverri tenta reencontrar seu espaço no Leverkusen após início abaixo das expectativas
Depois de se transferir ao Bayer Leverkusen envolto em expectativas e com status de promessa argentina, Claudio Echeverri vive um momento de reconstrução. Emprestado pelo Manchester City até o encerramento da temporada, o meia-atacante de 19 anos procura retomar seu protagonismo na equipe de Kasper Hjulmand, após um começo discreto tanto na Bundesliga quanto na Champions League.
Conhecido desde as divisões de base do River Plate por seu apelido “Diablito”, Echeverri desembarcou na Alemanha como uma das maiores promessas sul-americanas. Porém, as primeiras semanas em Leverkusen evidenciaram as dificuldades naturais de adaptação: ritmo mais acelerado, exigência tática alta e concorrência intensa no setor ofensivo. O argentino soma até agora apenas 75 minutos dentro de campo, repartidos em cinco partidas — e nas últimas rodadas nem sequer entrou em campo, permanecendo no banco.
Segundo o jornal AS, o clube admite o talento do jovem, mas ressalta que ele ainda não alcançou o grau de entendimento tático que Hjulmand exige. O técnico tem dado preferência a atletas mais experientes e disciplinados, como Jonas Hofmann, em um período em que o Leverkusen busca solidez e constância depois de um começo irregular da temporada. “Echeverri ainda precisa compreender melhor o jogo posicional europeu. Ele é criativo e ousado, mas precisa oferecer mais estabilidade sem a bola”, destacou o diretor esportivo Simón Rolfes, em entrevista citada pela imprensa espanhola.
Enquanto isso, o argentino tenta aproveitar os treinos para convencer a comissão técnica do clube alemão. Nos bastidores, o Bayer Leverkusen vê com bons olhos sua dedicação e acredita que ele possa ter mais minutos ao longo do segundo turno, especialmente quando o calendário for mais exigente.
Mesmo em fase de aprendizado, Echeverri mantém o foco em transformar as críticas em combustível. Seu desafio é provar que pode ser mais do que uma promessa e justificar o investimento do Manchester City, que acompanha de perto. Para isso, o jovem sabe que vai precisar equilibrar talento e disciplina — e mostrar que pode brilhar na Bundesliga tanto quanto brilhou nas categorias de base do River. Com paciência e adaptação, o argentino tenta agora dar o próximo passo: voltar a ser protagonista, não apenas uma aposta de futuro.

Echeverri busca entrosamento com compatriotas argentinos para ganhar espaço no Leverkusen
Depois de um começo de temporada abaixo das expectativas, Claudio Echeverri aposta na força da conexão argentina para se firmar no Bayer Leverkusen. Emprestado pelo Manchester City até o fim da temporada, o jovem meia-atacante de 19 anos busca usar a presença de Ezequiel Fernández, Exequiel Palacios e Alejo Sarco como aliados dentro e fora de campo na luta por mais tempo de jogo sob o comando de Kasper Hjulmand.
A convivência com os compatriotas tem sido um ponto de apoio essencial nesse processo de adaptação. Palacios, um dos pilares do meio-campo do Leverkusen desde 2020, tornou-se uma espécie de mentor para o “Diablito”, que ainda está se ajustando ao ritmo e à exigência tática da Bundesliga. Já Fernández, revelado pelo Boca Juniors, oferece uma parceria técnica e linguística que facilita o entendimento nas movimentações no meio de campo. “O grupo de argentinos ajuda muito. São jogadores que conhecem meu estilo e me passam tranquilidade. Tento aprender com eles a cada treino”, comentou Echeverri recentemente, em entrevista à imprensa alemã.
Além da experiência de Palacios e do equilíbrio de Fernández, o jovem atacante Alejo Sarco — outro compatriota em ascensão — é visto como possível parceiro ofensivo. A presença dos três argentinos cria uma rede de suporte que pode acelerar a adaptação do ex-River Plate, ainda em busca de confiança e sintonia no sistema de Hjulmand.
Nos bastidores, a diretoria do Leverkusen avalia que essa aproximação entre os argentinos pode ser decisiva para destravar o talento de Echeverri. O clube acredita que, com mais tempo e entendimento coletivo, o meia será capaz de repetir o protagonismo que o tornou uma das maiores esperanças do futebol sul-americano.
Enquanto tenta garantir um lugar fixo na rotação do elenco, Echeverri se apega à identidade argentina que pulsa no vestiário do Leverkusen. Cercado por compatriotas que conhecem bem o caminho da adaptação, o “Diablito” tenta transformar a química fora de campo em sintonia dentro das quatro linhas — e assim conquistar o espaço que ainda lhe falta na Europa.
(Foto: Getty Images)