Tudo de bom vem em trios. Depois de perder Kevin De Bruyne e Zambo Anguissa por lesão, o Napoli sofreu mais um golpe no meio-campo: desta vez, Billy Gilmour foi o afetado. O escocês passou por exames na Inglaterra e, em conjunto com o departamento médico do clube, decidirá se realizará cirurgia ou optará por um tratamento conservador para tratar sua pubalgia. Em qualquer cenário, ficará fora de ação por cerca de um mês e meio a dois meses, desfalcando a equipe em aproximadamente quinze partidas da temporada, entre compromissos da Serie A e da UEFA Champions League.
Com isso, no setor mais sensível para o técnico Antonio Conte restam apenas Stanislav Lobotka e Scott McTominay, além do polivalente Elmas e do jovem Vergarai. O diretor esportivo Giovanni Manna já antecipou que o clube deve voltar com força ao mercado de inverno. O nome mais desejado continua sendo Kobbie Mainoo, inglês nascido em 2005 e atualmente jogador do Manchester United. Outro atleta bem avaliado pela diretoria atua também na Premier League: o francês Soungoutou Magassa (2003), contratado pelo West Ham por 17 milhões de euros após deixar o Monaco na última janela de verão.
Anteriormente, o Napoli havia demonstrado interesse em Andy Diouf, compatriota e contemporâneo de Magassa, que acabou transferido do Lens para a Internazionale por 20 milhões de euros. Agora, os napolitanos miram outro jovem francês que já esteve no radar do time de Milão no mercado da bola: Djaoui Cissé, do Rennes, nascido em 2004. No mercado internacional, o clube monitora também o grego Christos Mouzakitis (2006), do Olympiacos, como potencial aposta para o futuro.
Dentro da Serie A, alguns nomes se destacam como possíveis reforços: o francês Arthur Atta, da Udinese (2003), e os italianos Giovanni Fabbian, do Bologna (2003), Davide Frattesi, da Internazionale (1999), Fabio Miretti, da Juventus (2003) e Lorenzo Pellegrini, da Roma (1996). Contudo, fechar qualquer uma dessas negociações em janeiro não será simples, já que os rivais não desejam fortalecer um concorrente direto. Esses obstáculos tornam ainda mais desafiadora a busca do Napoli por um substituto imediato para seu meio-campo debilitado.

Napoli busca substituto para Gilmour no meio-campo
A lesão de Billy Gilmour representa um duro revés para o Napoli, que precisa reorganizar seu meio-campo diante da falta de opções disponíveis. O jovem escocês, afastado por ao menos 45 dias em razão de uma pubalgia que pode exigir operação, deixa um vazio relevante na criação e no controle da posse de bola no esquema de Antonio Conte.
Com a ausência do meia, Stanislav Lobotka passa a ser o substituto natural para ocupar o papel deixado por Gilmour. O eslovaco, já habituado a atuar como primeiro homem de meio-campo, combina capacidade defensiva com agilidade na transição, funções semelhantes às desempenhadas pelo escocês. Conte tem utilizado Lobotka para dar estabilidade ao setor, sobretudo em partidas de ritmo elevado, e a tendência é que sua importância aumente ainda mais até o retorno do titular lesionado.
Scott McTominay surge como alternativa física e defensiva, podendo proteger a zaga quando necessário, enquanto Eljif Elmas pode ser recuado para auxiliar na circulação da bola. Porém, ambas as soluções exigem ajustes táticos e podem alterar o equilíbrio da equipe.
Ciente desse cenário, a diretoria napolitana já voltou suas atenções ao mercado de inverno para buscar reforços. A combinação de desfalques — incluindo Gilmour, De Bruyne e Anguissa — torna urgente a chegada de novos nomes confiáveis para o setor. Até lá, Lobotka será o pilar central, responsável por manter a consistência do time em todas as competições.

McTominay assume papel de coringa no Napoli após lesão de Gilmour
A ausência prolongada de Billy Gilmour abriu uma lacuna significativa no meio-campo do Napoli, obrigando Antonio Conte a encontrar soluções rápidas para preservar a fluidez e a criatividade do time. O escocês era peça fundamental na transição ofensiva e no controle do ritmo de jogo.
Com sua lesão, Scott McTominay emerge como principal candidato a assumir o papel de coringa no meio-campo. O volante deve alternar entre funções defensivas, cobertura da zaga e apoio na construção das jogadas. Sua força física e experiência em confrontos intensos podem minimizar parcialmente a falta deixada por Gilmour, especialmente nos duelos que exigem maior rigidez tática.
Stanislav Lobotka continua como referência central, ditando o ritmo das ações e oferecendo estabilidade defensiva. Sua presença será ainda mais decisiva para compensar a criatividade e dinamismo que Gilmour garantia.
Eljif Elmas também ganha espaço como alternativa para dar fluidez à saída de bola. Apesar de ser usado prioritariamente como meia ofensivo, pode retroceder para reforçar o setor central e ajudar na transição, funcionando como peça complementar à dupla McTominay-Lobotka.
Com as lesões simultâneas de Gilmour, De Bruyne e Anguissa, Conte dispõe de poucas opções, sendo obrigado a recorrer a adaptações internas. Assim, McTominay terá papel multifuncional: proteger a defesa, estabilizar o meio e contribuir criativamente sempre que possível.
Enquanto a diretoria busca reforços no mercado, o desempenho do Napoli nos próximos compromissos dependerá da capacidade do trio McTominay-Lobotka-Elmas de sustentar o ritmo competitivo. Para Conte, será um teste de gestão e habilidade tática diante de um cenário de pressão e limitações.

Napoli corre atrás de reforços no meio-campo para manter a disputa pelo bicampeonato
O Napoli vive um momento delicado em seu meio-campo, setor essencial para preservar o estilo de jogo que conduziu o time ao título da Serie A em 2024/25. Com as lesões de Gilmour, Kevin De Bruyne e Frank Zambo Anguissa, Antonio Conte precisa reorganizar a equipe para não perder competitividade na luta pelo bicampeonato.
Internamente, Conte tem recorrido a Lobotka para segurar o sistema defensivo e organizar a distribuição de passes, enquanto McTominay desempenha o papel de coringa entre defesa e criação. Eljif Elmas também vem sendo recuado para dar mais solidez à mediana. Porém, a ausência prolongada de atletas-chave torna o time vulnerável em momentos decisivos.
Diante desse quadro, a diretoria monitora o mercado de janeiro em busca de reforços pontuais, priorizando jogadores que possam manter o padrão tático definido por Conte e suprir as lacunas deixadas pelos lesionados. O objetivo é claro: seguir competitivo na Serie A, na Champions League e nas demais competições.
O desafio será equilibrar coerência tática, gestão de elenco e contratações estratégicas para repetir o sucesso da última temporada sem abrir mão da identidade da equipe. Cada reforço ou ajuste interno será crucial para que o Napoli siga firme na disputa pelo bicampeonato, enfrentando rivais cada vez mais fortes na elite italiana.
(Foto: Getty Images)