Já falamos sobre as expectativas para Bia Haddad em 2026, mas agora é hora de focar nas outras tenistas brasileiras. Por enquanto, Bia segue como a principal representante do Brasil no simples, mas o futuro anima. Além disso, Luisa Stefani é um nome de destaque e pode ter bons resultados na próxima temporada.
Tenistas brasileiras na WTA
Luisa Stefani
Começando com Luisa Stefani, a duplista foi a principal tenista feminina do Brasil em 2025. Chegando em final de mistas em Grand Slam, disputando o WTA Finals e conquistando títulos, a medalhista olímpica brilhou. Em 2026, a duplista irá trocar de dupla e voltar com Gabriela Dabrowski. A decisão vem após Timea Babos anunciar que jogará menos na próxima temporada.
Destaque brasileiro, há uma alta expectativa para o ano de Stefani. Excelente duplista, Luisa volta uma parceria de sucesso, o que anima ainda mais os brasileiros. Se em 2025 chegou em final, é possível sonhar com um título em major nos próximos meses.

Naná Silva
Jovem tenista de 15 anos, Naná Silva sequer tem permissão para jogar tantos torneios no profissional. E, mesmo assim, a brasileira deve seguir com a sua transição e continuar subindo cada vez mais no ranking da WTA. Nesse momento, é a 646ª, sendo a n.º 8 do Brasil, conquistado com bons jogos e vitórias ao longo do ano.
Seu estilo de jogo empolga a todos e traz grande animação para o futuro. Em 2026, o esperado é que continue crescendo, fazendo um calendário balanceado entre juvenil e torneios adultos. Se tiver bons resultados, é um jovem talento que pode, em 2027, começar a aparecer ainda mais no profissional.
Victoria Barros
Fazendo um caminho diferente, Victoria Barros ainda não está no top 1000 do ranking feminino. No entanto, tem uma boa posição no ranking juvenil, o que garante alguns benefícios em 2026. Assim como Naná, Barros trabalha para a sua transição para o profissional, mas com escolhas diferentes.
Neste fim de ano, focou no juvenil, exatamente para colher os benefícios para jovens tenistas. E, mesmo assim, também é esperado ter equilíbrio entre competições juvenis e adultas na próxima temporada. Na 1104ª posição hoje, deve terminar 2026 em uma colocação muito melhor.
Laura Pigossi
N.º 2 do Brasil no simples, Laura Pigossi é conhecida por não desistir em quadra. No entanto, não está no top 200 do ranking da WTA. Para o Australian Open, terá a chance de jogar o quali e, se conseguir entrar na chave principal, já será uma grande vitória.
Já nas duplas, está no top 100 e é onde pode se destacar mais. Laura se tornou uma das 100 melhores apenas em 2025 e quer manter a excelente evolução para 2026. Se conseguir, tem tudo para ficar entre as melhores do mundo na categoria e continuar sendo um dos grandes nomes do Brasil.
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Carolina Meligeni
Sem nunca ter conseguido ficar entre as 150 melhores do mundo, Carol Meligeni tem tido dificuldade no circuito. Hoje, é a 245ª do ranking e não está garantida nem no quali do Australian Open. A brasileira de 29 anos precisa mostrar uma recuperação e 2026 pode ser sua oportunidade.
Muito experiente no circuito, ainda não conseguiu mostrar grandes resultados. Seus títulos foram todos no circuito da ITF e, em Grand Slam, nunca disputou a chave principal. Apesar disso, possui grande talento e ainda tem chances de melhorar seus números no circuito feminino principal.
Foto: Divulgação/Fotojump



