As Eliminatórias Europeias da Copa do Mundo viveram um dia de fortes emoções em 26 de março de 2026, com a disputa das semifinais da repescagem — etapa decisiva que define as últimas vagas do continente. Em confrontos únicos e extremamente tensos, três nomes assumiram o protagonismo na Data FIFA: Viktor Gyokeres, Edin Dzeko e Sandro Tonali. Cada um, à sua maneira, foi essencial ao protagonizar lances decisivos que alteraram o cenário da classificação da UEFA e aproximaram suas seleções do sonho de disputar o Mundial, confirmando seu impacto na fase final do torneio.
No caso de Gyokeres, a atuação foi dominante nas Eliminatórias. O atacante sueco marcou três gols na vitória da Suécia sobre a Ucrânia, garantindo com autoridade a classificação para a final de sua chave. O hat-trick reforçou o favoritismo da equipe escandinava e consolidou o jogador como um dos grandes destaques desta fase. Em um formato eliminatório curto, onde qualquer erro pode ser determinante, a capacidade de decidir em um único jogo ganha ainda mais importância — e ele respondeu com uma exibição de alto nível técnico e grande eficiência ofensiva, reafirmando seu protagonismo.
Já Dzeko, veterano do futebol europeu, voltou a mostrar sua relevância em momentos decisivos. No confronto entre Bósnia e País de Gales, o atacante marcou o gol que levou o jogo ao empate e, posteriormente, à disputa de pênaltis, na qual os bósnios garantiram a classificação. Mesmo em fase avançada da carreira, ele evidenciou liderança e oportunismo, características que sempre marcaram sua trajetória em clubes e na seleção. Seu desempenho reforça o valor da experiência em contextos de alta pressão nas Eliminatórias para a Copa do Mundo, mostrando que talento e vivência caminham lado a lado.
Por sua vez, Tonali foi peça fundamental na vitória da Itália sobre a Irlanda do Norte por 2 a 0, em Bérgamo, pelas semifinais da repescagem das Eliminatórias. O meio-campista do Newcastle abriu o placar no início da segunda etapa e conduziu sua equipe a uma atuação segura, mantendo viva a esperança de retorno à Copa do Mundo após as ausências em 2018 e 2022. Em um time em reconstrução com Gennaro Gattuso, sua atuação no controle do meio-campo foi essencial para garantir equilíbrio entre defesa e ataque, evidenciando sua crescente importância no ciclo da Azzurra.
Além dos destaques individuais, as semifinais das Eliminatórias Europeias definiram os classificados para as finais da repescagem: Itália, Bósnia, Suécia, Polônia, Dinamarca, República Tcheca, Turquia e Kosovo continuam na briga pelas últimas vagas para o Mundial, que será sediado por Canadá, Estados Unidos e México em junho. Com 16 seleções divididas em quatro caminhos e partidas únicas, o formato da repescagem intensifica a imprevisibilidade, exigindo das equipes desempenho imediato e máxima concentração em cada confronto, tornando cada jogo decisivo para a classificação final ao torneio.
Nesse cenário, as atuações de Gyokeres, Dzeko e Tonali nas Eliminatórias destacam diferentes formas de protagonismo: o jovem atacante que decide partidas com gols, o veterano experiente que mantém sua influência nos momentos mais cruciais e o meio-campista organizador que controla o ritmo e garante equilíbrio à equipe. Apesar das abordagens distintas, todos foram essenciais para manter suas seleções na briga por uma vaga na Copa do Mundo, comprovando que talento, experiência e liderança se complementam e caminham lado a lado na busca pelo objetivo máximo do torneio.

Quais desses nomes têm mais chances de brilhar na final da repescagem das Eliminatórias Europeias da Copa do Mundo
Entre os nomes de destaque, Gyokeres surge como o jogador em melhor fase individual. O atacante do Arsenal brilhou ao marcar três gols na semifinal diante da Ucrânia, conduzindo sua seleção à decisão e assumindo a artilharia da repescagem. O confronto contra a Polônia promete ser aberto, favorecendo atacantes decisivos. Com confiança elevada e papel central no sistema ofensivo, ele reúne características ideais para decidir jogos únicos sob pressão, mostrando habilidade e eficiência que podem definir o resultado e garantir a classificação da Suécia à fase seguinte do torneio.
De maneira geral, o formato das finais das Eliminatórias — em jogo único — favorece jogadores capazes de decidir em momentos-chave. Nesse contexto, Gyokeres se destaca como o principal candidato ao protagonismo individual, aproveitando sua fase ofensiva e capacidade de definir partidas. Tonali, por sua vez, pode brilhar atuando dentro de um sistema coletivo sólido, garantindo equilíbrio e controle do jogo. Dzeko surge como o elemento imprevisível, com experiência e oportunismo para surpreender em situações de alta pressão, podendo ser decisivo em lances isolados que mudam o rumo do confronto.
Assim, na reta final das Eliminatórias Europeias, três perfis distintos de liderança entram em cena, cada um com suas qualidades e estilos de atuação. Apesar das diferenças, a tendência é que o protagonismo recaia sobre o jogador que consegue aliar melhor momento técnico, visão de jogo e eficiência ofensiva, atributos fundamentais em partidas decisivas. Neste contexto, essas características favorecem Gyokeres, que se apresenta em grande fase, capaz de definir jogos sob pressão e assumir o papel de principal referência ofensiva de sua seleção, aumentando suas chances de impacto na decisão.

Será que o trio tem futebol para jogar nas Eliminatórias e conduzir suas seleções rumo à Copa do Mundo de 2026?
O atacante Gyokeres representa o jogador em ascensão, capaz de transformar boa fase em protagonismo internacional. Destaque da Suécia, ele apresentou um repertório ofensivo completo, com força física, mobilidade e eficiência nas finalizações. Esse perfil costuma ser valioso em Copas do Mundo, sobretudo em equipes que exploram transições rápidas. A principal dúvida reside em sua consistência contra defesas mais qualificadas, mas o momento atual indica grande potencial, mostrando que o astro escandinavo pode assumir papel central e decisivo em confrontos de alto nível no cenário internacional.
Por fim, Dzeko simboliza a experiência e a liderança. Referência da Bósnia, continua sendo decisivo mesmo em fase avançada da carreira. Em um Mundial, sua contribuição pode se manifestar menos em intensidade física e mais em posicionamento, leitura de jogo e inteligência tática, sendo determinante em momentos específicos — algo frequente em seleções consideradas menos favoritas. Sua capacidade de decisão em situações críticas mantém a equipe competitiva, mostrando que experiência e visão de jogo podem equilibrar confrontos e gerar oportunidades cruciais em torneios de alto nível.
(Foto: AFP/Getty Images)