O Monaco fez uma grande aposta ou melhor, duas na última janela de transferências de verão, ao anunciar as contratações de Paul Pogba e Ansu Fati. O primeiro ainda não estreou devido a problemas físicos, enquanto o segundo começa a perder ritmo de jogo. “Se você vier para cá, mesmo que não faça nada durante cinco jogos, não tem problema”. Essa foi a mensagem usada por Adi Hutter para convencer Ansu Fati a deixar para trás toda a pressão midiática vivida no Barcelona e se transferir para um clube da Ligue 1, onde o ambiente é mais leve e a cobrança quase inexistente — para o bem ou para o mal.
Assim que o mercado se abriu, Monaco e Barcelona chegaram a um acordo para o empréstimo do atacante até o fim da temporada. No entanto, o jogador demorou mais do que o previsto para se integrar completamente ao elenco. “Quero que ele volte o mais rápido possível, mas, como dissemos no início da temporada, precisamos ter cuidado com o Ansu”, alertou Hütter durante a pré-temporada.A estreia de Fati com a camisa do time francês aconteceu na UEFA Champions League, contra o Club Brugge, em uma derrota pesada por 4 a 1 fora de casa — uma noite para esquecer.
Mesmo assim, o atacante do Monaco mostrou lampejos de talento e deu indícios de que poderia mudar o panorama e ser peça importante no sucesso da equipe. Dias depois, Ansu Fati saiu do banco contra o Metz e precisou de apenas alguns segundos em campo para marcar o primeiro dos dois gols daquela tarde, coroando sua estreia na Ligue 1. O técnico Adi Hutter havia reservado um espaço ideal para o ex-jogador do Barcelona, escalando-o na ponta esquerda em seu sistema 3-4-2-1.
A posição era perfeita para o novo Ansu Fati, que, sem ser o homem de referência no ataque, podia explorar melhor sua presença de área e faro de gol. O mais importante, porém, é que o atacante voltou a sorrir no Monaco, embalado pelos gols — foram seis em cinco partidas, depois de uma temporada sem balançar as redes pelo Barcelona. Apesar de ter garantido um ponto contra o rival Nice na sétima rodada da Ligue 1, com dois gols de pênalti, o espanhol não conseguiu impedir a demissão de seu principal aliado, Adi Hutter.
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Após a saída do treinador austríaco, o Monaco agiu rapidamente e anunciou Sébastien Pocognoli — ex-companheiro de Fati no Brighton — como substituto. Desde então, o espanhol disputou cinco jogos sem marcar e vem perdendo espaço gradualmente no elenco. Nas três primeiras partidas sob o comando do técnico belga, o atacante começou no banco contra Angers, Tottenham e Toulouse. A situação piorou após uma reação negativa ao ser substituído diante dos Spurs, na fase de grupos da Champions League.
O que mais pesou, no entanto, foi a chance clara desperdiçada contra o Toulouse, que poderia ter ampliado a vantagem do Monaco. O erro custou caro: Fati foi reserva nas partidas seguintes, diante de Nantes e Paris FC, sem completar sequer 45 minutos em campo. Antes da derrota no Stade Louis II, Pocognoli também precisou deixá-lo de fora da viagem à Noruega, onde o time enfrentou o Bodo/Glimt, devido a uma gripe. Agora, resta esperar que Ansu “descongele” — e isso, certamente, não acontecerá no Círculo Polar Ártico.

Ansu Fati oscila no Monaco com a chegada de Sébastien Pocognoli e busca dar a volta por cima
A passagem de Ansu Fati pelo Monaco, que começou cercada de expectativas, vive um momento de instabilidade desde a chegada do técnico Sébastien Pocognoli. Emprestado pelo Barcelona no início da temporada, o atacante espanhol teve um início promissor no Principado, mas perdeu rendimento e espaço nas últimas semanas, reacendendo dúvidas sobre sua regularidade e capacidade de afirmação no futebol francês.
Sob o comando de Adi Hutter, Fati havia reencontrado a confiança perdida nos tempos de Camp Nou. Atuando com liberdade no setor ofensivo, foi decisivo nas rodadas iniciais da Ligue 1, sendo apontado como uma das maiores promessas de recuperação da temporada europeia.
Entretanto, a saída do treinador e a chegada de Pocognoli mudaram o cenário. O novo comandante implantou um sistema tático baseado em transições rápidas e maior intensidade defensiva — características que ainda desafiam o estilo de jogo de Ansu Fati. O espanhol, há um mês sem marcar, viu seu tempo em campo diminuir e chegou a ser preterido em algumas partidas.
Mesmo assim, Pocognoli afirmou recentemente que o atacante “tem potencial para decidir jogos quando está em boas condições físicas”, reforçando que o clube ainda confia em seu talento. Internamente, Fati trabalha com dedicação para reconquistar espaço e provar que pode contribuir ao novo projeto.
De acordo com fontes próximas ao elenco, o jogador vem se destacando nos treinos e foca em aprimorar sua forma física, ainda afetada por antigas lesões. O objetivo é claro: voltar a ser decisivo e mostrar que pode recuperar o brilho que o transformou em joia do Barcelona.
Enquanto o Monaco se ajusta à nova filosofia, Ansu Fati tenta superar a queda de desempenho e consolidar-se novamente como peça-chave do elenco. As próximas semanas serão determinantes para definir não apenas seu futuro no clube francês, mas também o rumo de sua carreira, que segue em busca de estabilidade e renascimento.

Ansu Fati busca entrosamento com Pogba no Monaco enquanto o francês se recupera de lesão
O Monaco vive um momento de expectativa com o retorno gradual de Paul Pogba, que ainda se recupera de lesão, e com a presença de Ansu Fati, cujo desempenho vem oscilando nas últimas semanas. O atacante espanhol, emprestado pelo Barcelona, vê na chegada do francês uma chance de elevar seu nível e se firmar como peça fundamental da equipe do Principado.
Nos treinamentos, Fati tem se dedicado a compreender melhor o estilo de jogo de Pogba, observando seus movimentos e ajustando suas ações ofensivas para criar sinergia em campo. O objetivo é aproveitar a inteligência tática do meio-campista para fortalecer as conexões ofensivas e dar mais fluidez ao ataque monegasco.
O técnico Sébastien Pocognoli acompanha de perto essa evolução e elogia a postura do espanhol: “Ansu tem mostrado muito empenho nos treinos, buscando se adaptar e entender como atuar ao lado de Pogba quando ele estiver pronto. Isso é essencial para o crescimento da equipe”.
Enquanto o francês não retorna completamente, Fati busca manter consistência e protagonismo nos jogos. A expectativa é que, quando Pogba estiver recuperado, os dois possam formar uma dupla ofensiva criativa, capaz de alterar o ritmo das partidas e oferecer novas soluções táticas ao Monaco.
Para Ansu Fati, essa integração com Pogba representa mais do que uma parceria em campo — é uma oportunidade de provar que pode brilhar entre grandes nomes e reconquistar a confiança que tanto procura desde sua chegada ao Principado.
(Foto: Getty Images)
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