Thiago Carpini São Paulo
Futebol Brasileirão

Carpini afirma que trabalho no São Paulo “está no início”

Neste domingo (17), o São Paulo comandado por Thiago Carpini sofreu uma eliminação surpreendente no Campeonato Paulista. O tricolor paulista acabou sendo derrotado na disputa por pênaltis diante do Novorizontino em pleno Morumbis, resultado que criou um ambinete hostil para o técnico no estádio.

Com mais de 50 mil torcedores presentes, o jogo terminou com gritos de “burro” e xingamentos para o técnico Thiago Carpini por conta do desempenho da equipe e principalmente por escolhas que deixaram torcedores incomodados, sendo a principal delas a demora para a entrada de James Rodríguez.

Em entrevista coletiva, o jovem treinador Carpini tentou amenizar a situação e ressaltou alguns pontos mediante à despedida no Campeonato Paulista de forma precoce nas quartas de final, provocando um período de “férias” antes da disputa do próximo jogo, provavelmente pela fase de grupos da Conmebol Libertadores.

Aspas de Thiago Carpini, técnico do São Paulo

“Entendemos a frustração do torcedor, que é a mesma que a nossa e de todos no vestiário. É só o começo do trabalho. Tivemos dois meses com altos e baixos já. A eliminação é dura, o torcedor fez sua parte, mas não conseguimos o objetivo, que era o de todos nós. As decisões importantes estão apenas começando. Tirando o que ocorreu hoje, não acho que tenhamos um saldo negativo.”

“Hoje não tivemos Calleri, perdemos o Ferreira. Isso tem sido rotina, mas entendo as críticas. É a profissão que eu escolhi, preciso lidar com isso. Não era a maneira que eu gostaria de me despedir do Estadual, mas é só o início do trabalho. Há muitos ajustes a serem feitos e vamos seguir.”

James Rodríguez fora da disputa por pênaltis

Questionado pela imprensa sobre o fato de James Rodríguez não ter participado da disputa por pênaltis, o técnico Thiago Carpini ressaltou que foram escolhidos os jogadores mais confiantes para a disputa, mesmo que Michel Araujo e Diego Costa tenham desperdiçado suas cobranças.

“Em relação aos pênaltis, nós temos um relatório do que trabalhamos na semana com o percentual de cada um, mas no dia a gente também ouve o feedback do atleta, por estar seguro ou não, e temos que levar isso em conta também, se o atleta está à vontade ou não. (Ele não pediu para não bater). Só que outros atletas se manifestaram antes sobre bater, esperamos a manifestação dos atletas e seguimos assim. Gostaria de exaltar a personalidade do Diego, que quis bater. Erramos todos e caímos de pé, convictos com o que foi feito.”

Imagem: Divulgação / São Paulo

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