A Roma terá um grande desafio pela frente neste fim de semana diante da Inter, no clássico este sábado (18) que movimenta o retorno da Serie A Italiana após a disputa da Data Fifa. No entanto, a maior expectativa está concentrada no retorno de Paulo Dybala, que deve iniciar no banco de reservas para causar forte impacto quando for acionado por Gasperini, possibilitando que tenhamos uma previsão sobre qual titular perderá sua vaga para acomodar a estrela que segue decidindo jogos a favor de um dos clubes mais tradicionais da Itália.
Dybala pode jogar em qualquer posição do tridente ofensivo. Como falso nove, ele teve um bom desempenho contra a Fiorentina, mas o técnico sempre prefere contar com um centroavante forte como Dovbyk ou Ferguson. Por outro lado, considerando o poder ofensivo de seu meio-campo, o ex-técnico da Atalanta permite que os meias tenham liberdade de movimentação pelo lado direito e esquerdo. Portanto, liberando que Dybala possa jogar ao lado de Soulé ou Bailey assim que estiver em plena forma.
Cabe ressaltar que a renovação contratual atualmente não é vista como ponto central na Roma atualmente, mas o futuro de Paulo Dybala no clube dependerá exclusivamente de suas atuações e de sua condição física, que o traiu inúmeras vezes ao longo da carreira e acabou causando enormes decepções nos últimos anos. O objetivo por enquanto consiste em modificar a visão atual da diretoria e provar para Gasperini que sua permanência em campo é fundamental para o sucesso em 2025.
Dybala encaixa? Entenda o sistema que Gasperini implementou na Roma
Quando não tem a posse, cada um tem um jogador do time adversário pra marcar e seguir, enquanto o meio-campo, principalmente, tem que ser físico e ir pra cima da bola. É bem diferente do Ranieri, porque a zaga com linha de três não parece ter a função de manter a formação fixa ,permitindo que. Hermoso suba para pressionar o portador da bola junto com Wesley (ex-Flamengo). Ou seja, Gasperini está optando por uma defesa sem estrutura definida para privilegiar a intensidade do meio-campo pensando na recuperação da posse de bola.
Com a posse de bola, Gasperini opta pela estratégia de sobrecarregar um lado, mas com uma grande diferença para Ranieri e demais técnicos recentes que passaram pela Roma; os atacantes não têm mais a função de ser o ponto principal e segurar a bola de costas pro gol. Em vez disso, os homens ofensivos levam a bola para a ponta, permitindo que o meio-campo e os alas do outro lado entrem na área. Este estilo está privilegiando Ferguson com boas chances criadas nos primeiros jogos da Roma em todos os lados, ao mesmo tempo em que Dovbyk precisa de maior adaptação justamente por ser mais lento tanto na movimentação quanto nas decisões.
Com 15 pontos e a vice-liderança em seis jogos da Serie A Italiana, tudo indica que a Roma exigirá muito mais de Dybala para que consiga dar maior sustentação na movimentação e nas tomadas de decisão para a sequência da temporada, e o clássico diante da Inter neste final de semana começará a dar algumas respostas importantes para todos.
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