Bia Haddad (25ª) irá disputar o WTA 500 de Seul 2025, onde defende o título do ano passado. Em uma temporada ruim, a brasileira precisa chegar na final para não sair do top 30. Para ficar entre as 25 melhores, é necessário ser campeã e torcer contra outras tenistas.
Além disso, uma derrota na estreia faz que a n.º 1 do Brasil saia até mesmo do top 40. No live ranking desse momento, Bia é apenas a 41ª. Pressionada, a paulistana irá estrear nesta terça-feira (16).
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Estreia de Bia Haddad
Cabeça de chave 6 do torneio, Bia Haddad irá enfrentar Back Da-yeon (306ª). Sul-coreana de 23 anos, que recebeu wild card para participar da competição. Teoricamente, a brasileira é a grande favorita, seja pela diferença no ranking ou pela experiência.
No entanto, o confronto terá alguns fatores externos importantes. Primeiro, Bia estava no SP Open e só foi eliminada nos últimos dias. Sua viagem para a Coreia do Sul aconteceu neste fim de semana e apenas chegou no país nesta segunda-feira (15). Com a partida marcada para a terça, não antes de 7h30 (horário de Brasília), há a preocupação física.
Além disso, Haddad Maia não vive um bom momento. Apesar de conseguir fazer alguns bons jogos, a ex-top 10 tem tido problemas em quadra. Por vezes sem confiança e com dificuldade no saque, Bia não tem tido muito sucesso desde o início do ano.
Considerando os dois pontos, não é esperado uma estreia fácil para a brasileira. Mesmo assim, a expectativa é que avance para as oitavas de final.

Chaveamento de Bia no WTA de Seul
Não é um torneio que conta com muitas tenistas do top 20. Iga Swiatek (2ª) é a única top 10 inscrita no torneio, que também terá a participação de Ekaterina Alexandrova (11ª), Clara Tauson (12ª), Daria Kasatkina (16ª) e Diana Shnaider (19ª).
Bia Haddad estreia contra uma convidada, Back Da-yeon e, se chegar nas oitavas, terá uma qualifier pela frente. Teoricamente, um ótimo chaveamento para que a brasileira chegue, ao menos nas quartas de final. Na sequência, Ekaterina estaria no caminho, sendo a cabeça de chave 2 do Aberto de Seul.
Se Bia chegar na semifinal, as prováveis adversárias são Kasatkina e Shnaider, que estão do mesmo lado da chave. Já do outro lado, o esperado é que Swiatek e Tauson se enfrentem na semi e uma das duas conquistem a vaga para a final.
Sendo um torneio com poucas atletas do top do ranking da WTA, as chances de defender alguns pontos é alta. No entanto, Haddad Maia também teve boa oportunidade de ser campeã em São Paulo, quando foi a melhor ranqueada do torneio. Apesar disso, perdeu nas quartas de final para Renata Zarazua (72ª).
Na atual fase, o importante seria apenas reconquistar a sua confiança. Com o ano acabando, as chances de Bia Haddad repetir o feito de terminar entre as 20 melhores estão cada vez menores. Mas, ainda em 2025, serão disputados mais dois torneios de WTA 1000. E é fundamental que a brasileira consiga mostrar evolução e fazer bons jogos.
Foto: Divulgação/US Open



