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Brasileirão Futebol

Flamengo chega a acordo com empresa e fica próximo de receber dívida de 8 anos, entenda:

Uma novela está finalmente próxima do fim nos bastidores da Gávea, isso porque o Flamengo chegou a um acordo com a empresa Viton 44, dona das marcas de bebidas Guaravita e Guaraviton, que patrocinou o clube em 2015, e vai pagar R$ 7,2 milhões, valor corrigido para o que anteriormente era R$ 4 milhões, que a companhia ficou devendo ao Urubu após não renovar o patrocínio para a temporada seguinte.

Em 2015, a Viton 44 fechou com o Flamengo para que as marcas da empresa estampasse as mangas e as costas do uniforme rubro-negro por R$ 20 milhões, porém, o valor não foi pago por completo e por esta razão, o departamento jurídico do clube travou uma batalha na justiça contra a empresa para receber a quantia faltante, que durou oito anos e meio.

No final do ano passado, o Flamengo e o empresário Neville Proa, dono da Viton 44, consentiram em uma forma para que o clube pudesse receber o que tivesse direito, que foi negociando parte de um terreno de 10.688,86 m² no Condomínio Portobello, em Mangaratiba, no litoral do Rio de Janeiro, o mesmo que o jogador Neymar tem uma casa e costuma fazer festa nos finais de ano.

Segundo os portais “Mundo Rubro Negro” e Globo Esporte.com, o terreno foi avaliado em R$ 12.124.629,70. De acordo com a lei de alienação fiduciária, o imóvel precisa ir a leilão, o que ocorreu nesta terça-feira (14), pelo valor de R$ 13.436.090,00 no primeiro pregão e R$ 12.214.629,70 no segundo. Como não houve compradores, o local passará a ser propriedade do Flamengo, que poderá escolher o que fazer com a área.

 

SOBRE A VITON 44 E COMO CHEGOU NO FLAMENGO?

A Viton 44 foi fundada em 1998 na cidade do Rio de Janeiro. Dona das marcas Guaravita e Guaraviton, bebidas populares em solo fluminense, a fabricante decidiu estampar as suas marcas em vários times cariocas entre os anos de 2011 e 2015. Além do Flamengo, Botafogo, Fluminense, Vasco e o estádio do  Maracanã foram patrocinados pela empresa em uma negociação que beirava R$ 30 milhões, variando de clube a clube.

(Foto: André Durão/GE)

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