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Isak e Gyokeres, astros da Premier League, podem ficar de fora da Copa do Mundo; Confira situação da Suécia

A Suécia vive um momento delicado. Consequentemente, dois dos atacantes mais caros do futebol mundial correm sério risco de ficar fora da próxima Copa do Mundo. As estrelas Alexander Isak e Viktor Gyokeres, que hoje defendem Liverpool e Arsenal, precisam liderar uma virada urgente para garantir o país escandinavo no Mundial de 2026, que será disputado nos Estados Unidos, Canadá e México. Para isso, será necessário um desempenho impecável nas últimas rodadas das Eliminatórias — e a primeira decisão acontece já nesta segunda-feira, em Estocolmo, diante de Kosovo. Qualquer deslize pode mergulhar a seleção sueca em uma crise ainda maior.

O time comandado por Jon Dahl Tomasson enfrenta numa situação crítica no Grupo B das Eliminatórias da UEFA. Com apenas um ponto em três jogos, a Suécia ocupa a lanterna, atrás de Suíça (9 pontos), Kosovo (4) e Eslovênia (2). Um cenário preocupante para uma seleção repleta de talentos individuais. Além de Isak e Gyokeres, o elenco conta com jovens promissores como Daniel Svensson (Borussia Dortmund), Anthony Elanga (Newcastle), Roony Bardghji (Barcelona) e Lucas Bergvall (Tottenham), todos os nomes que correm o risco de assistir ao Mundial de casa.

A trajetória recente da Suécia nas Copas do Mundo também não inspira confiança. No século XXI, a seleção escandinava ficou fora de três das cinco edições disputadas: 2010, 2014 e 2022. Em 2018, a vaga só veio após uma repescagem dramática contra a favorita Itália. Agora, o país pode amargar mais uma ausência, o que seria um golpe duro para os astros Alexander Isak e Viktor Gyokeres, dois dos nove atacantes mais caros do mundo, ambos atuando em gigantes da Premier League.

Uma eliminação na Copa do Mundo precoce seria um choque não apenas pelo peso histórico da Suécia, vice-campeã mundial em 1958 e terceira colocada em 1950 e 1994 , mas também pelo impacto no espetáculo do torneio. O Mundial de 2026 pode perder a chance de ver em ação a dupla de ataque mais valiosa da última janela de transferências: Alexander Isak e Viktor Gyokeres. Juntos, eles movimentaram 195 milhões de euros (cerca de R$ 1,2 bilhão) no mercado, após brilharem por Newcastle e Sporting, respectivamente.

O atacante Isak protagonizou a maior transferência do verão europeu, trocando o Newcastle pelo Liverpool em um acordo de 125 milhões de euros (cerca de R$ 770 milhões). Já Gyökeres custou 75 milhões de euros (cerca de R$ 480 milhões) ao Arsenal, após uma temporada histórica em que marcou 54 gols pelo Sporting e mais 10 pela seleção, terminando como o maior artilheiro da Europa. Apesar de contar com dois dos atacantes mais valiosos e goleadores do planeta, a Suécia decepcionou nas três primeiras rodadas das Eliminatórias.

Foram apenas um empate e duas derrotas: 2 a 2 com a Eslovênia, 0 a 2 diante do Kosovo e novo revés de 0 a 2 para a Suíça, em casa. Gyökeres foi titular em todas as partidas, enquanto Isak, ainda se recuperando de lesão, entrou aos poucos — jogou 9 minutos contra o Kosovo e começou como titular apenas no último jogo. Nenhum dos dois balançou as redes até o momento. O Grupo B tem a Suíça como líder isolada, com 9 pontos e 100% de aproveitamento. O Kosovo ocupa a vice-liderança, com 4 pontos; a Eslovênia vem logo atrás, com 2; e a Suécia amarga o último lugar, com 1 ponto.

Apenas o primeiro colocado garante vaga direta no Mundial, enquanto o segundo vai para a repescagem em março de 2026. Caso a Suécia perca novamente para o Kosovo nesta segunda, ficará seis pontos atrás do adversário, com apenas duas rodadas restantes — uma situação praticamente irreversível. Para manter vivas as esperanças de classificação sem depender de outros grupos, a Suécia teria que vencer a Suíça fora de casa e a Eslovênia em Estocolmo, além de torcer para que o Kosovo não some nenhum ponto nas rodadas finais. Mesmo assim, a vaga dependeria do saldo de gols — e, em caso de empate nesse critério, o confronto direto pesaria contra a Suécia.

A última alternativa da Suécia, seria contar com a pontuação da Nations League, torcendo para uma combinação de resultados que a favoreça no ranking geral. Dessa forma, o duelo contra o Kosovo torna-se decisivo: um tropeço pode deixar os astros Isak e Gyökeres mais distantes do maior torneio do futebol mundial. A última boa campanha sueca em Copas ocorreu em 2018, quando chegou às quartas de final, eliminando a Alemanha na fase de grupos e caindo diante da Inglaterra. Agora, o desafio é repetir o espírito daquela geração.

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Isak e Gyökeres lideram a reação da Suécia em busca da vaga na Copa do Mundo de 2026

Com a vaga para a Copa do Mundo de 2026 em risco, a Suécia deposita suas esperanças em seus principais atacantes, Alexander Isak e Viktor Gyökeres, para manter viva a chance de classificação. Após um início turbulento nas Eliminatórias Europeias, a seleção aposta na força e no faro de gol de seus craques da Premier League para mudar o rumo da campanha.

Os atacantes Isak, agora no Liverpool, e Gyökeres, no Arsenal, são as grandes referências ofensivas da Suécia Com velocidade, presença de área e instinto goleador, assumem o protagonismo nos momentos mais desafiadores. A expectativa é que consigam reproduzir o desempenho que vêm apresentando na Inglaterra e traduzir isso em gols e vitórias pela seleção.

O técnico Jon Dahl Tomasson reconhece que o sucesso da Suécia nas próximas rodadas do Grupo B depende diretamente da inspiração da dupla, de olho em uma vaga na próxima edição da Copa do Mundo. Com apenas um ponto em três jogos, o time encara confrontos decisivos contra Kosovo e Suíça para tentar, ao menos, alcançar a repescagem.

Embora o elenco conte com jovens talentos promissores em grandes clubes europeus, a responsabilidade da Suécia maior recai sobre Isak e Gyökeres. O desempenho de ambos pode ser determinante entre reviver o sonho de disputar uma Copa ou amargar mais uma ausência histórica. O desafio é enorme.

A Suécia precisa unir organização tática, intensidade e, acima de tudo, gols de seus atacantes. Isak e Gyökeres sabem da pressão, mas também da oportunidade de marcar um capítulo decisivo na história recente do futebol sueco.

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Crise sueca: seleção de Isak e Gyökeres decepciona nas Eliminatórias para a Copa de 2026

A Suécia vive um momento de turbulência nas Eliminatórias Europeias para a Copa do Mundo de 2026. Mesmo contando com dois dos atacantes mais promissores do futebol europeu: Alexander Isak, do Liverpool, e Viktor Gyökeres, do Arsenal, a seleção comandada por Jon Dahl Tomasson amarga um início de campanha decepcionante no Grupo B, com apenas um ponto em três jogos, ocupando a lanterna da chave.

O desempenho abaixo das expectativas reflete uma combinação de fatores. O primeiro deles é a instabilidade defensiva, que tem custado pontos preciosos para a Suécia. A equipe sofreu gols em todos os jogos até aqui e tem demonstrado dificuldade para manter a compactação entre os setores, especialmente diante de adversários mais organizados taticamente, como Suíça e Kosovo.

Outro problema é a falta de criatividade no meio-campo. Sem jogadores capazes de ditar o ritmo da partida ou de municiar com regularidade o poderoso ataque, Isak e Gyökeres têm sido obrigados a buscar o jogo longe da área, perdendo poder de finalização. A ausência de uma identidade ofensiva clara também evidencia as limitações do novo ciclo sob Tomasson, que ainda não conseguiu dar à equipe um padrão consistente.

Além disso, a renovação tardia da geração que brilhou na Copa de 2018 e na Euro de 2020 tem pesado para a Suécia. Vários jogadores experientes foram substituídos por jovens ainda em adaptação ao cenário internacional, o que compromete o entrosamento e o equilíbrio tático do time.

Com a Suíça disparando na liderança do grupo e apenas o primeiro colocado garantindo vaga direta no Mundial, enquanto o segundo disputa a repescagem, a Suécia corre sério risco de repetir o fiasco de 2022, quando ficou fora da Copa do Mundo no Qatar.

Para evitar um novo vexame, será preciso uma reação imediata. A esperança ainda passa pelos gols de Isak e Gyökeres, mas a classificação só virá se o coletivo sueco voltar a funcionar. Até lá, o país que revelou lendas como Zlatan Ibrahimović e Henrik Larsson segue à beira de um novo apagão em sua história recente.

(Foto: Getty Images)