(Por Leonardo Costa) Em mais uma atuação sólida do Chelsea, coube ao marroquino Ziyech anotar na segunda etapa e garantir o triunfo dos Blues sobre o Malmo na Suécia, em partida marcada pelo apoio incessante da torcida local presente no Malmo New Stadium durante os 90 minutos.Com Thiago Silva e Jorginho entre os titulares, o Chelsea não demorou a ter o controle do embate. Os alas Marcos Alonso e Azpilicueta foram os primeiros a levarem perigo, seguidos de Ziyech e Loftus-Cheek. O gol inglês parecia questão de tempo, mas a pontaria não estava das melhores.Ainda no primeiro tempo, Havertz perdeu boa chance aos 29 minutos, enquanto que Christensen e Alonso, também chegaram perto de tirar o zero do placar. Restava ao Malmo suportar a pressão, já que durante os primeiros 45 minutos não acertaram o alvo inglês em nenhuma oportunidade, ao tempo que viu os visitantes finalizarem 14 vezes e ter quase 70% da posse de bola.O segundo tempo começou com os suecos adiantando mais suas linhas de marcação, mantendo mais a posse e até criando uma finalização com Rieks. Porém., aos 11 minutos, após boa jogada pela direita, Hudson-Odoi cruza na medida para Ziyech empurrar para o fundo da rede e abrir o placar para o Chelsea.Nem mesmo a desvantagem no placar silenciou a torcida do Malmo, que dava um show à parte apesar da equipe ser lanterna no grupo e não ter marcado nenhum gol na competição. Os técnicos dos dois lados promoveram mudanças, mas não muito efetivo ocorreu até o apito final, a não ser uma boa chance desperdiçada por Havertz cara a cara com o goleiro Dahlin.Final de partida: Malmo 0 x 1 ChelseaAssim como o jogo de ida entre as duas equipes em Londres, o Chelsea voltou a vencer pelo placar mínimo mesmo sendo extremamente superior. De qualquer forma, o resultado leva os ingleses aos 9 pontos, momentaneamente empatados com a Juventus, que ainda joga na rodada, e deixa a vaga para as oitavas bem encaminhada.Além da torcida do Malmo, outro destaque é para mais uma partida em que o goleiro Mendy sai de campo sem ser vazado. Méritos para o goleiro e também para o encaixe montado por Thomas Tuchel, que deixa um time seguro defensivamente sem abdicar do ataque.
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