(por Rodrigo Rocha)O experiente atacante Ángel Di María, de 35 anos, está de saída da Juventus. A equipe italiana optou por não renovar com o atleta, que possui contrato até o fim de junho deste ano. Contratado em julho de 2022 junto ao PSG, Di María fez 40 jogos pela Velha Senhora, marcando 8 gols e distribuindo 7 assistências. Segundo fontes da Europa, o Benfica, clube que Di María defendeu entre 2007 e 2010, é um dos interessados em contar com o atacante que conquistou a Copa do Mundo de 2022 pela Argentina. “Cheguei ao fim de uma fase difícil e complicada. Parto com a tranquilidade de quem deu tudo para ajudar o clube a continuar a conquistar títulos, mas não foi possível. Saio com o gosto amargo de não ter conseguido, mas com a felicidade de trazer comigo muitos amigos”, despediu-se o atacante. A fase difícil Diferente do sucesso com a seleção, a temporada na Juventus foi turbulenta e sem títulos. A equipe ficou apenas na 7ª posição da Serie A Tim devido à punição sofrida pela Procuradoria da Federação Italiana de Futebol, que retirou 11 pontos da Juve por fraudes fiscais nas contratações de jogadores. Com isso, não disputou a Liga dos Campeões na temporada 2023-24, mas a Conference League, terceiro torneio em importância na Europa. Já pela atual edição da Champions, decepção e eliminação precoce na fase de grupos. O time conquistou apenas uma vitória e perdeu as outras cinco partidas num grupo que teve Benfica e PSG classificados com 14 pontos, e o Maccabi Haifa na lanterna, com 3. Com os mesmos 3 pontos, a Juve só ficou na 3ª posição devido ao saldo de gols (- 4 contra -14 do Maccabi), conseguindo assim a vaga na Liga Europa. Esperança de título frustrada A má fase parecia ter sido superada na nova competição. Mesmo sem tantas atuações consistentes a Juventus eliminou Nantes, Freiburg e Sporting, chegando às semifinais para encarar o Sevilla, maior campeão da Liga Europa até então, com 6 títulos. Após dois empates em 1 a 1, a equipe de Turim não resistiu à prorrogação contra o Sevilla, que venceu por 2 a 1 no tempo extra e eliminou a maior campeã italiana. O mesmo Sevilla bateria outro italiano na decisão, a Roma, nos pênaltis, para conquistar o sétimo troféu da Liga Europa.
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