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Por que a Inglaterra não deve temer Messi na semifinal da Copa? Confira

A Inglaterra chega à semifinal da Copa do Mundo de 2026 diante de um enorme desafio: enfrentar Lionel Messi e a atual campeã mundial, Argentina na luta por uma vaga na final. Ainda assim, o ambiente na seleção é de confiança. Internamente, a avaliação é que o contexto atual difere de edições anteriores, principalmente pela evolução coletiva do trabalho do técnico Thomas Tuchel e pela condição física do astro argentino. Ex-jogadores ingleses, como Gary Pallister, destacam a genialidade de Messi, mas consideram que ele já não transmite a mesma sensação de invencibilidade do passado.

Isso não implica subestimar Messi na semifinal. Aos 39 anos, ele continua sendo a principal referência da Argentina e figura entre os artilheiros da Copa do Mundo, ao lado de Kylian Mbappé, conduzindo a equipe até mais uma semifinal com atuações decisivas. Ainda assim, a Inglaterra acredita possuir ferramentas suficientes para limitar sua influência. A estratégia envolve diminuir os espaços entre as linhas, dificultar que o argentino receba a bola em condições ideais e forçar outros jogadores da equipe de Lionel Scaloni a assumirem maior protagonismo ofensivo.

Outro ponto que fortalece a confiança inglesa é o desempenho apresentado ao longo da Copa do Mundo de 2026 antes do confronto contra a Argentina de Messi. A equipe liderada por Thomas Tuchel superou a RD Congo na fase eliminatória inicial e, em seguida, eliminou México e Noruega nas oitavas e quartas de final, demonstrando solidez defensiva, intensidade na marcação e eficiência na definição de jogos equilibrados. Jude Bellingham vive excelente momento, Harry Kane segue como referência ofensiva, enquanto nomes como Declan Rice e Reece James reforçam a estrutura da equipe, garantindo equilíbrio entre defesa e ataque.

Além disso, a semifinal da Copa do Mundo de 2026 não será decidida apenas pelo confronto entre Messi e o sistema defensivo inglês. A Argentina também terá o desafio de conter o meio-campo da Inglaterra, que vem dominando a posse de bola, controlando o ritmo das partidas e acelerando transições ofensivas com eficácia. A evolução coletiva da equipe de Tuchel reduziu a dependência de atuações individuais, tornando o confronto ainda mais complexo para os argentinos, como destacam diversos ex-jogadores ingleses nas análises prévias.

Existe ainda um fator psicológico relevante. Por muitos anos, enfrentar Messi representou uma barreira mental para vários adversários. Contudo, a atual geração inglesa entende que o respeito ao craque não deve se transformar em medo. A proposta é encarar o duelo como qualquer outra grande partida de Copa do Mundo, sem alterar drasticamente o plano tático por conta da presença do oito vezes vencedor da Bola de Ouro. Essa postura é considerada essencial para evitar que a Argentina assuma o controle emocional da partida.

Naturalmente, qualquer erro pode ser decisivo. Messi continua sendo capaz de definir uma semifinal com um passe preciso, uma cobrança de falta ou uma finalização cirúrgica. Ainda assim, a confiança inglesa se apoia na força coletiva, na intensidade física e na evolução demonstrada ao longo do torneio. Para a Inglaterra, o desafio não é ignorar o talento de um dos maiores jogadores da história, mas sim compreender que o futebol é um esporte coletivo. Se conseguir executar seu plano de jogo com disciplina tática durante os 90 minutos, a seleção acredita ter reais condições de impedir que o atleta de 39 anos leve a Argentina a mais uma final.

Foto: Getty Images

Como a Inglaterra busca fazer a parte dela nas semifinais da Copa do Mundo de 2026 mesmo com Messi em campo

Após eliminar a Noruega nas quartas de final, a Inglaterra chega à semifinal da Copa do Mundo de 2026 determinada a fazer sua parte para voltar a disputar uma final pela primeira vez desde o histórico título de 1966. Diante da atual campeã Argentina, a equipe comandada por Thomas Tuchel aposta na força coletiva, na organização tática e na qualidade de seus principais jogadores para superar um adversário que ainda tem em Lionel Messi sua principal referência técnica. O confronto coloca frente a frente duas seleções que chegaram entre as quatro melhores por trajetórias diferentes, mas igualmente consistentes, aumentando a expectativa para um dos grandes jogos do torneio.

A boa notícia para a Inglaterra é que Tuchel terá todos os jogadores à disposição. Harry Kane continua sendo a principal referência ofensiva e vive grande fase, enquanto Jude Bellingham chega embalado após marcar dois gols decisivos contra a Noruega nas quartas. A dupla representa o equilíbrio entre experiência e juventude que marcou a campanha inglesa, permitindo intensidade durante toda a partida e oferecendo diferentes alternativas para superar defesas bem organizadas. Kane segue como líder em campo, enquanto Bellingham assume cada vez mais protagonismo.

O desempenho recente reforça a confiança da equipe. Após eliminar México e Noruega no mata-mata, a Inglaterra demonstrou maturidade para lidar com momentos de pressão e eficiência para decidir jogos equilibrados. Caso vença a Argentina, a seleção voltará à final após 60 anos, encerrando um longo período sem disputar a decisão. Esse objetivo tem servido como motivação para um elenco que acredita estar no momento ideal para recolocar o país entre os protagonistas do futebol mundial.

Do outro lado, a Argentina continua depositando grande parte de suas esperanças no talento individual de Messi. Aos 39 anos, o camisa 10 segue sendo o cérebro da equipe de Lionel Scaloni e aparece entre os artilheiros da competição, liderando a disputa pela Chuteira de Ouro. Apesar disso, passou em branco nas quartas contra a Suíça. Mesmo sem marcar, participou da construção ofensiva e foi importante para garantir a classificação, mostrando que sua influência vai além dos gols.

Agora, Messi tenta voltar a balançar as redes justamente diante da Inglaterra, em um confronto que também pode mexer com a disputa pela artilharia da Copa do Mundo. Harry Kane e Jude Bellingham aparecem logo atrás do argentino na lista de goleadores, aumentando ainda mais a importância individual do duelo. Além da vaga na decisão, os principais nomes das duas seleções travam uma corrida por reconhecimento pessoal em um torneio marcado por atuações decisivas, protagonismo e grandes momentos.

A expectativa é de uma semifinal em que a Inglaterra tente impor um jogo coletivo, intenso e disciplinado, enquanto a Argentina buscará explorar a genialidade de Messi nos momentos decisivos. Se conseguir reduzir os espaços do camisa 10 e manter o nível apresentado nas fases anteriores, a equipe inglesa terá uma oportunidade histórica de interromper a caminhada da atual campeã e voltar a disputar uma final após seis décadas.

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Será que a Inglaterra pode fazer um jogo de igual para igual contra Messi nas semifinais da Copa do Mundo de 2026?

A Inglaterra terá pela frente, na semifinal da Copa do Mundo de 2026, um dos maiores desafios possíveis ao enfrentar a atual campeã Argentina e um Lionel Messi que finalmente encara um adversário inédito em sua trajetória internacional. Mesmo aos 39 anos, o camisa 10 segue sendo o principal símbolo da seleção argentina e chega como um dos grandes nomes do torneio, mas a equipe inglesa acredita que pode competir em igualdade de condições, apostando em uma estrutura coletiva sólida e em um futebol cada vez mais ofensivo.

O confronto carrega um significado especial para Messi. Em mais de duas décadas defendendo a Argentina, ele nunca havia enfrentado a Inglaterra, uma das poucas seleções tradicionais ausentes em sua lista de adversários. Agora, em sua terceira semifinal de Copa do Mundo, terá a chance de escrever mais um capítulo histórico justamente contra um rival de grande tradição. Para a Argentina, o objetivo é chegar a mais uma final e buscar a terceira decisão mundial na era Messi, após 2014 e 2022.

Mesmo respeitando o craque, a Inglaterra entra em campo determinada a não transformá-lo em uma preocupação maior do que o próprio jogo. Sob o comando de Thomas Tuchel, a equipe construiu uma campanha baseada em organização defensiva, intensidade no meio-campo e eficiência no ataque. O crescimento de Jude Bellingham, especialmente após os gols contra a Noruega, aumentou ainda mais a confiança, enquanto Harry Kane segue como principal referência ofensiva.

A principal arma inglesa será a força coletiva. Em vez de focar exclusivamente em anular Messi, a estratégia é controlar os espaços, pressionar a saída de bola argentina e explorar a qualidade ofensiva de seus jogadores. O objetivo é limitar a liberdade do camisa 10 e obrigar outros atletas argentinos a assumirem maior responsabilidade na criação.

Do lado argentino, qualquer análise passa inevitavelmente pelo talento individual de Messi. O capitão foi decisivo ao longo da campanha e aparece entre os artilheiros da Copa do Mundo, com números que comprovam sua capacidade de decidir em momentos importantes. Mesmo quando não balança as redes, sua presença influencia o comportamento dos adversários e abre oportunidades para os companheiros.

O desafio da Inglaterra será encontrar o equilíbrio entre coragem e controle. Uma postura excessivamente defensiva pode favorecer a Argentina, enquanto uma abordagem muito ofensiva pode deixar espaços para Messi explorar sua principal característica: a criação de jogadas em espaços reduzidos. Por isso, a equipe aposta em um futebol organizado, com posse de bola, velocidade pelos lados e presença ofensiva.

A semifinal representa uma oportunidade histórica para a Inglaterra. Depois de ficar perto do título em 2018 e voltar entre as quatro melhores seleções em 2026, os ingleses tentam alcançar sua segunda final de Copa do Mundo e encerrar um jejum de sessenta anos sem a taça. Para isso, precisarão superar uma Argentina experiente, acostumada a grandes decisões, e conter Lionel Messi, que busca protagonizar mais uma atuação decisiva em Mundiais e ampliar seu legado no futebol internacional.

No fim, a questão não é apenas se a Inglaterra conseguirá conter Messi, mas se será capaz de impor seu próprio estilo de jogo. O duelo coloca frente a frente uma Argentina que confia na genialidade individual de seu capitão e uma Inglaterra que aposta na força do coletivo. O equilíbrio entre esses estilos pode definir quem avançará à final da Copa do Mundo de 2026, em uma partida capaz de decidir qual projeto futebolístico prevalecerá sob maior pressão. Se mantiver sua identidade, vencer será possível enfim.

(Foto: Getty Images)