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Real Madrid tem reunião de emergência na madrugada após derrota; Confira

A noite de domingo foi especialmente tensa no Santiago Bernabéu. A derrota para o Celta de Vigo, que deixou o Real Madrid há quatro pontos atrás do Barcelona na disputa de La Liga, depois de ter desfrutado, pouco mais de um mês antes, de uma vantagem de cinco pontos — levou a diretoria merengue a se reunir de madrugada para tentar entender não apenas o fracasso diante dos galegos, mas o colapso repentino vivido pela equipe nas últimas cinco semanas, justamente às vésperas do confronto decisivo contra o Manchester City pela UEFA Champions League.

O presidente Florentino Pérez e seus principais conselheiros convocaram uma reunião de emergência que atravessou a madrugada. Em discussão estavam diversos temas urgentes: a queda brusca de rendimento, evidenciada por um Celta de Vigo que dominou o Real Madrid durante boa parte da partida; a sequência de lesões que atingiu, sobretudo, o sistema defensivo — incluindo a grave contusão de Militão, a mais recente de uma lista que parece não ter fim —; e o tema da arbitragem, responsável por três expulsões que deixaram o setor defensivo ainda mais limitado para o próximo compromisso pela liga.

Além disso, a atuação do árbitro Quintero González reforçou uma percepção antiga da cúpula madridista: a de que certas decisões tomadas nas competições domésticas raramente beneficiam o clube. No entanto, o núcleo central da reunião se concentrou no momento crítico do Real Madrid, que venceu apenas três dos últimos sete jogos, e no papel de Xabi Alonso, cuja relação com parte significativa do elenco vem se desgastando. O time merengue vive um período turbulento no final de 2025 e necessita urgentemente reencontrar o caminho das vitórias para recuperar estabilidade.

Muito dependerá do desempenho na partida contra o Manchester City — inclusive o próprio futuro de Xabi Alonso no comando do Real Madrid. O nome mais citado como possível substituto é o de Zinedine Zidane, que aparece como favorito nas projeções internas. Outra opção, mais complexa, seria Jurgen Klopp, atualmente afastado dos gramados após sua longa e vitoriosa passagem pelo Liverpool. Caso o antigo técnico do Bayer Leverkusen não consiga evitar um resultado negativo diante dos ingleses, sua continuidade pode chegar ao fim.

A crise, em todos os sentidos, já é evidente no Real Madrid. A sólida posição que ocupava na La Liga foi rapidamente abalada, enquanto o Barcelona — mesmo após perder o último El Clásico e viver dificuldades na fase de liga da UEFA Champions League — parece hoje muito mais estável em rendimento e ambiente. Na tabela de classificação geral do torneio continental, os merengues ocupam a quinta posição com 12 pontos, enquanto os catalães se figuram no 18º lugar, com apenas sete pontos em cinco partidas.

O duelo de quarta-feira, contra um adversário de peso como o Manchester City, pode representar um divisor de águas para o Real Madrid, especialmente para Xabi Alonso, que tenta assegurar uma vaga direta nas oitavas de final da competição. Sabe-se que, em tempos de crise, o treinador costuma ser o elo mais frágil, embora as análises conduzidas pela diretoria também tenham apontado responsabilidades entre jogadores importantes — cenário que pode resultar em um verão de reformas profundas no elenco.

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Reunião de emergência após derrota expõe crise crescente no Real Madrid

Na noite de domingo (7), logo após o inesperado revés por 2 a 0 diante do Celta de Vigo, no Santiago Bernabéu, o Real Madrid acionou seu “gabinete de crise”. O encontro, que se estendeu até a madrugada, reuniu o presidente Florentino Pérez e os dirigentes mais influentes para avaliar o momento delicado pelo qual a equipe atravessa.

No centro da conversa estavam problemas já conhecidos: o baixo desempenho do time — que mostrou pouca reação contra o Celta de Vigo —, a sucessão de lesões no setor defensivo (em especial a de Éder Militão) e o impacto das três expulsões sofridas no jogo, que complicam ainda mais a montagem da defesa dos merengues.

Também foi discutida a deterioração da relação entre Xabi Alonso e parte do elenco do Real Madrid. Informações internas apontam descontentamento, falhas de comunicação e desgaste crescente — questões que ganharam força após episódios de reclamações públicas em partidas anteriores.

A combinação de performance fraca, ambiente instável e pressão de torcedores e imprensa levou a diretoria a tratar a derrota como um possível ponto de ruptura, algo que já vinha sendo considerado há algumas semanas.

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Último teste: confronto com o Manchester City decidirá o futuro de Xabi Alonso

Ao término da reunião, a alta cúpula madridista decidiu conceder ao treinador uma “última oportunidade”. O duelo contra o Manchester City, pela fase de grupos da UEFA Champions League, na quarta-feira (10), foi estabelecido como prova definitiva para sua permanência no cargo.

Segundo a imprensa espanhola, caso o time não demonstre evolução clara — em atitude, desempenho e resultado — Xabi Alonso deverá ser demitido, o que daria início a uma reestruturação no comando técnico.

Nos bastidores, já circulam possíveis substitutos. Zinedine Zidane desponta como a alternativa favorita no comando do Real Madrid, embora Jurgen Klopp, mesmo afastado temporariamente do futebol, também esteja no radar.

A diretoria entende que, para recuperar credibilidade e ambição nesta temporada — tanto na La Liga quanto na UEFA Champions League —, o clube precisa de uma resposta imediata contra o Manchester City. Qualquer novo tropeço pode representar o limite da paciência.

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Real Madrid aposta em reação contra o Manchester City para apagar turbulência

A surpreendente derrota por 2 a 0 para o Celta de Vigo no Bernabéu aprofundou a instabilidade vivida pelo Real Madrid. O resultado — agravado pelas expulsões de Fran García e Álvaro Carreras, além da séria lesão de Éder Militão — expôs fragilidades defensivas e afetou o moral do elenco.

O tropeço fez o Real Madrid cair para a segunda posição da tabela de classificação de La Liga, quatro pontos atrás do líder Barcelona. Xabi Alonso enfrenta agora uma pressão crescente, após conquistar apenas duas vitórias nos últimos sete jogos oficiais, vendo sua permanência ser abertamente questionada depois do fraco desempenho diante do Celta.

Diante desse cenário, a diretoria e a comissão técnica transformaram o próximo duelo pela Champions contra o Manchester City em um confronto-chave. Não se trata apenas de vencer — mas de mostrar poder de reação, corrigir erros defensivos e dar novo ânimo ao ambiente interno.

O técnico Xabi Alonso afirmou, após a partida, que encara o desafio como “uma oportunidade para reagir rapidamente”. Admitiu frustração com a atuação diante do Celta, criticou falhas individuais e as expulsões, mas pediu foco e união para superar a má fase.

Uma boa apresentação contra o Manchester City — especialmente se garantir uma vaga direta nas oitavas, terminando entre os oito melhores do ranking geral — pode revitalizar o Real Madrid e recolocá-lo na perseguição ao Barcelona na La Liga. Caso contrário, o duelo pode marcar o início de mudanças ainda mais profundas.

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