O Palmeiras ajusta os últimos detalhes com a casa de apostas Sportingbet para assumir o patrocínio máster na camisa alviverde a partir de 2025. E negocia também, outras áreas do uniforme, com a BYD sendo uma das interessadas.
Até o momento, segundo o ge, Sportingbet e Palmeiras ainda não assinaram contrato, porém, possuem um acerto “muito bem encaminhado”. Ainda de acordo com o site, na questão de valores, o Verdão receberia cerca de R$ 100 milhões fixos por temporada em um contrato de quatro anos, no qual entram também pagamentos de bônus, como em caso de conquista de títulos. Esses números, por sua vez, até o momento não foram divulgados.
Além da Sportingbet, outras empresas também procuraram o Verdão e conversam com o clube, mas nenhuma se aproximou do valor oferecido pela casa de apostas – foram oferecidos valores na casa dos R$ 80 milhões. A informação de que a marca se aproxima de um acordo foi divulgada primeiramente pelo Uol e confirmada na sequência pelo ge.
O plano do uniforme completo permanece em R$ 150 milhões, mas com outros parceiros nos demais espaços disponíveis. É aí que entra o interesse da BYD, marca chinesa de automóveis, que também conversa com o Palmeiras.
Crefisa e FAM deixam o Palmeiras em dezembro
A negociação com outras empresas para o uniforme de 2025 acontecem na reta final do contrato palmeirense com Crefisa e Faculdade das Américas, marcas pertencentes à presidente Leila Pereira. A mandatária do clube e candidata à reeleição, falou sobre a decisão na última semana, e sinalizou que o acordo se encerra visando minimizar as críticas da oposição sobre o vínculo de dez anos, que é contestado desde que ela assumiu o cargo de presidente, em 2021.
– Em dezembro, o ciclo das minhas empresas como patrocinadora se encerra – disse Leila, em entrevista ao jornal O Globo.
Atualmente, o Palmeiras obtém R$ 81 milhões fixos do contrato com a Crefisa e FAM, podendo alcançar R$ 120 milhões com bônus por conquistas. Valor aplicado desde 2019 e mantido sem reajuste na renovação de 2021 para todas as áreas do uniforme.
Pelo acordo, ambas podem cobrir o que for ofertado por novos interessados, porém, a sinalização atual é a de que as empresas não devem ficar nem com áreas menores do uniforme.