Um time de Nova York, os Giants, já liberou seu quarterback titular antes do final da temporada de 2024 da NFL, e agora é possível vermos o mesmo cenário acontecer com a outra franquia a Cidade, os Jets. De acordo com Diana Russini, do The Athletic, neste sábado (23), o proprietário do New York Jets, Woody Johnson, teria perdido a fé nas habilidades de Aaron Rodgers e que é possível que o time o coloque na reserva por lesão ou talvez até mesmo coloque-o no banco para o restante da temporada.
Ela também sugere que há alguns na NFL que acreditam que Rodgers poderia até ser liberado antes do final da temporada, o que seria um enredo quase idêntico ao que se desenrolou com o New York Giants e o quarterback Daniel Jones.
Com Johnson já tendo demitido o técnico Robert Saleh e o gerente geral Joe Douglas nesta temporada, parece que os Jets estão totalmente comprometidos em seguir em frente nesta era fracassada e apertar o botão de reset nesta ‘offseason’.
Parece lógico que a próxima pessoa a pagar o preço pela decepção desta temporada seja Aaron Rodgers. Tudo isso é uma realidade impressionante, dado o entusiasmo e a empolgação que surgiram com a chegada do QB estelar a Nova York antes da temporada de 2023.
Ele deveria ser a peça que faltava para um quebra-cabeça do Super Bowl com os Jets, dando a um time jovem e talentoso, com uma grande defesa, um quarterback confiável para se tornar um candidato na AFC. Mas Rodgers se machucou em 2023 e voltou nesta temporada sendo uma sombra do que era. Na verdade, os Jets têm uma porcentagem de vitórias pior com Rodgers do que nos anos anteriores sob o comando de Sam Darnold e Zach Wilson.
Os Jets estão agora a caminho de perder os playoffs pela 14ª temporada consecutiva, a mais longa seca de pós-temporada das quatro principais ligas esportivas norte-americanas.
Dono dos Jets em rota de colisão com Aaron Rodgers
Este relatório chega apenas uma semana depois que surgiram relatos de que Woody Johnson queria colocar Rodgers no banco após a derrota do time na semana 4 para o Denver Broncos, apenas para que a equipe técnica e a diretoria dessem um recado para o jogador.
Uma semana após isso, Saleh foi demitido e, algumas semanas depois, Douglas também foi desligado. Agora pode não haver mais ninguém em posição de impedir Johnson de realizar o seu desejo.
O único problema que Johnson enfrentará então é que ele estará oficialmente sem bodes expiatórios e poderá ter que realmente começar a se olhar no espelho para descobrir por que sua equipe continua falhando, já que os gerentes gerais, treinadores e quarterbacks continuam mudando e os resultados permanecem os mesmos.
Neste ponto, resta apenas um denominador comum: justamente o proprietário.