Agora é oficial: “F1: The Movie”, o aguardado drama estrelado por Brad Pitt chega à Apple TV+ dia 22 de agosto. Após sua impressionante jornada nos cinemas, é hora de assistir (ou revisitar) esse filme sensacional no conforto de casa.
O desempenho do longa nas telonas foi simplesmente monumental. Em apenas dez dias, o filme já havia arrecadado US$ 293 milhões mundialmente, tornando-se a maior bilheteria da história da Apple nos cinemas. Até meados de 17 de agosto, o total global ultrapassava US$ 590 milhões, com US$ 182,8 milhões apenas nos Estados Unidos e Canadá e US$ 407,2 milhões no restante do mundo.
No Brasil, o impacto foi igualmente forte: cerca de 365 mil espectadores foram aos cinemas, e o filme arrecadou R$ 9,9 milhões no fim de semana de estreia, sendo líder absoluto de público. O desempenho consolida “F1: O Filme” não só como o mais bem‑sucedido da Apple, mas também como o maior lançamento da carreira de Pitt.
Lewis Hamilton, que também atuou como produtor executivo, alertou sobre a cautela ao pensar em uma sequência, elogiando o tempo investido e defendendo que “não se deve produzir algo com pressa”.
A conexão com os fãs além da adrenalina
Foi a série Drive to Survive, da Netflix, que abriu o caminho para esse sucesso. Lançada em 2019, ela humanizou a Fórmula 1 ao mostrar os bastidores das equipes, as rivalidades e os dilemas dos pilotos. Nos Estados Unidos, por exemplo, o público da F1 cresceu exponencialmente, com o número de espectadores subindo 53% em 2021 em relação ao ano anterior, e 40% em comparação às primeiras corridas de 2019.
Além disso, os fãs se tornaram mais jovens, mais diversos e mais engajados. O conteúdo emocional e dramático da série atraiu um público que antes não se interessava pelo esporte, especialmente mulheres e a faixa etária de 18 a 24 anos.
Foi também observado um impacto direto na venda de ingressos: o diretor do Circuito das Américas relatou um aumento de 35 mil a 40 mil ingressos vendidos para o GP dos Estados Unidos, atribuindo esse salto ao efeito Drive to Survive. Outro estudo mostrou que, na terra do Tio Sam, 12% das pessoas descobriram Ayrton Senna por meio de Drive to Survive, e outros 12% através da biografia “Senna”.

Antes do sucesso de “F1”, o último grande filme sobre Fórmula 1 havia sido Rush (2013), dirigido por Ron Howard. Ele se baseia na rivalidade histórica entre Niki Lauda e James Hunt, e foi bem recebido pela crítica, além de ter arrecadado US$ 98,2 milhões globalmente, contra um orçamento de US$ 38 milhões.
Outro título relevante, embora não focado exclusivamente na F1, foi “Ford vs Ferrari”, que também teve bilheteria respeitável: cerca de US$ 225 milhões globalmente.
F1 na Apple TV
Com a chegada de “F1: The Movie” em 22 de agosto, a Apple TV+ oferece agora um espaço privilegiado para essa grandiosa história. A produção, com filmagens em pistas reais de Grandes Prêmios, elenco estelar (Pitt, Bardem, Damson Idris) e a assinatura de diretores e produtores renomados, concede ao público a chance de reviver a experiência cinematográfica com qualidade e imersão.
É uma nova oportunidade para os fãs antigos e os recém‑convertidos, graças ao Drive to Survive, se sentirem ainda mais conectados com o universo da Fórmula 1. O filme reafirma o poder que o esporte tem como narrativa emocionante, visual e humana, que vai muito além da corrida em si.
(Imagem de capa: Warner Bros)