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Brasil x Suíça na Copa Davis: análise e todas as informações sobre os confrontos

Nesta sexta-feira (18) e no sábado (19), o Time Brasil enfrenta a Suíça na Copa Davis. Eliminados pelo Canadá no começo do ano, os brasileiros precisam vencer para voltar às eliminatórias em 2027. Em caso de nova derrota na disputa, irão apenas para os playoffs, ficando de fora de uma briga pelo título.

Luz Matos
Luz e Matos são os duplistas brasileiros na Copa Davis. Foto: Luiz Candido/CBT

Brasil x Suíça na Copa Davis

O Time Brasil é o único com um tenista top 100 na disputa, João Fonseca, que é o raquete 1 da equipe. Jaime Oncins é o capitão brasileiro e também convocou Matheus Pucinelli e Gustavo Heide para as disputas do simples. Enquanto nas duplas, Rafael Matos e Orlando Luz foram chamados para o confronto.

Pelo lado suíço, o capitão Severin Luthi escolheu os tenistas Stan Wawrinka, Jérôme Kym, Remy Bertola, Dominic Stricker e Jakub Paul. O país não tem um top 100 no ranking da ATP, com o experiente Wawrinka sendo o melhor ranqueado, em 134º. Bertola é o n.º 2, mas Stricker foi escolhido como o raquete 2 para a equipe.

A disputa terá transmissão completa da CazéTV, no YouTube. As partidas, que serão na Farmasi Arena, no Rio de Janeiro, começam às 15h (horário de Brasília), nesta sexta. Já no sábado, o primeiro jogo será iniciado às 14h. Como regra na Copa Davis, serão dois confrontos de simples no primeiro dia.

No segundo, a disputa começa com as duplas e, se for preciso, haverá mais dois duelos no simples. Vence quem chegar a três vitórias.

Fonseca Wawrinka
João Fonseca pode enfrentar Wawrinka no segundo dia na Copa Davis. Foto: Luiz Candido/CBT

Jogos definidos na Copa Davis

A ordem dos jogos entre Brasil e Suíça na Copa Davis foi definida nesta quinta-feira (17).

  • Sexta: João Fonseca x Dominic Stricker (às 15);
  • Sexta: Gustavo Heide x Stan Wawrinka (na sequência);
  • Sábado: Orlando Luz/Rafael Matos x Jakub Paul/Dominic Stricker (às 14h);
  • Sábado: João Fonseca x Stan Wawrinka (na sequência);
  • Sábado: Gustavo Heide x Dominic Stricker (na sequência).

Com o retorno de João Fonseca, que lidou com lesão recente, as chances do Time Brasil são altas. Em seus dois jogos, o brasileiro é o claro favorito, mas o tempo parado pode pesar. O carioca não entra em quadra desde o Cincinnati Open, quando desistiu de continuar no torneio após uma vitória na estreia.

A falta de ritmo em seu retorno sempre foi um problema e o mesmo pode acontecer agora. Mesmo assim, continua como o grande favorito e é esperado que vença as duas partidas. Há uma grande expectativa para o confronto com Wawrinka, por ser a última temporada profissional do suíço no circuito.

Já contra Heide, Stan pode ter chances melhores, mas também entra a questão do físico. Ídolo para muitos, o tenista já não está na mesma forma do passado e tem tido mais problemas em suas partidas. Dessa forma, Gustavo também pode se aproveitar desse fator e trazer a vitória para o Brasil.

Nas duplas, os brasileiros têm grande favoritismo. Recentemente, Matos e Luz conquistaram dois títulos de Masters 1000, mas foram mal no US Open. Apesar disso, ainda é esperado que consigam ser melhores que os suíços em quadra. Assim, há uma chance, mesmo que pequena, do Time Brasil fechar em 3 a 0.

Não é a expectativa real, já que Heide entra como a zebra na sexta. Entretanto, há uma possibilidade de não precisar dos últimos dois jogos. E mesmo que precise, Fonseca é o favorito no duelo com Wawrinka. Outro ponto a favor é a quadra, que trabalharam para deixar mais lenta do que uma quadra dura geralmente seria.

Assim, o Brasil é o favorito e tem grandes chances de sair vitorioso desse confronto.

Foto: Luiz Candido/CBT