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Jogo da NFL no Brasil vai render milhões aos cofres do Corinthians

A NFL recentemente anunciou o seu primeiro jogo no Brasil, sendo realizado no próximo ano, na Neo Química Arena em São Paulo. No entanto, o estádio do Corinthians não será utilizado de graça, e deve render uma boa grana aos cofres do clube.

Segundo informações do ge, o Corinthians deve receber cerca de US$ 750.000, que, na cotação atual, representa cerca de R$ 3,6 milhões, da NFL por ceder as instalações para a realização da partida. Além disso, a Liga vai se responsabilizar pela transformação da Arena em um campo de futebol americano, principalmente na parte do gramado, vestiários e arquibancadas.

A NFL visitou vários estádios tanto em São Paulo quanto no Rio de Janeiro, incluindo o Allianz Parque, o Morumbi e o Maracanã, e decidiu pela Neo Química Arena. Ainda segundo o ge, o acordo entre NFL e Corinthians foi trabalhado nos últimos meses, com o anúncio da partida sendo feito na semana passada, quando o contrato finalmente foi finalizado e as duas partes se entenderam por completo.

Ainda não se tem uma data definida para o confronto e também ainda não se sabe quais equipes jogarão. No entanto, um desses times deve ser o Miami Dolphins, única franquia com direitos de mercado no Brasil, e, recentemente, a NFL se disse “feliz” em levar uma partida entre os Dolphins e o Detroit Lions para Sâo Paulo, sendo realizado na Semana 1 da temporada que vem.

Jogos internacionais da NFL

O Brasil é mais um país que vai sediar jogos na NFL, e a Liga recentemente anunciou um aumento de partidas internacionais de cinco para oito. Nessa temporada, Alemanha e Reino Unido já receberam jogos, mas o México também é um destino comum. Os confrontos em território mexicano não estão sendo realizados desde o ano passado, quando começaram as reformas no Estádio Azteca para a Copa do Mundo de 2026.

A Liga ainda está buscando outros países para a realização de jogos, com um confronto no Santiago Bernabéu, em Madri, muito perto de ser fechado. China, Austrália, Canadá e França também estão na mira.

(Foto: Reprodução/Corinthians)