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Chelsea quase sofre vexame, mas garante três pontos contra o Luton Town fora de casa

Na manhã deste sábado (30), o Luton Town recebeu o Chelsea no Kenilworth Road em duelo válido pela 20ª rodada da Premier League. Conhecido por dar trabalho contra gigantes em sua casa, o Luton viu os Blues abrirem um sonoro 3 a 0, mas lutaram e ficaram perto do empate após uma recuperação fantástica na reta final do confronto.

Resumo e análise da partida:

Sem muitas surpresas, o Chelsea iniciou o confronto pressionando a equipe da casa. Com Cole Palmer sendo o centro das ações em campo, o time de Pochettino conseguia trocar passes rapidamente e chegar no ataque adversário com facilidade, principalmente pelas alas do campo.

E foi desta maneira que saiu o primeiro gol dos visitantes. Nicolas Jackson chegou pela esquerda e deu uma finalização fraca contra Thomas Kaminski – o goleiro defendeu, mas soltou o rebote nos pés do zagueiro Gabriel Osho. De maneira bizarra, Osho parece ter confundindo o árbitro Paul Tierney com um de seus companheiros e direcionou um passe nos pés do “professor”.

Atrás de Tierney estava Cole Palmer, que dominou, entrou na área e chutou cruzado para balançar as redes. Após levar o gol, o Luton Town até conseguiu levar perigo à defesa dos londrinos, mas não teve qualidade na frente para finalizar com eficiência.

Aos 37 minutos da primeira etapa, o Chelsea ampliou o placar. Em uma bela jogada individual, Noni Madueke avançou contra a marcação pela direita, fez a finta, entrou na área e finalizou mesmo sem ângulo e espaço contra o gol de Kaminski. Os Blues encerraram o primeiro tempo tranquilos, com a vitória aparentemente encaminhada e conseguindo conter os avanços dos mandantes.

No segundo tempo, o cenário mudou. O Luton Town subiu sua marcação e pressionou a saída de bola do Chelsea, que começou a passar certo sufoco em seu campo defensivo. O principal escape do time mandante na partida foi Alfie Doughty, que fez tanto Malo Gusto quanto Alfie Gilchrist passarem “vergonha” no lado direito da defesa dos Blues. Apesar da pressão, pouco adiantou.

Aos 25 minutos, Alex Disasi cobrou uma falta de maneira espetacular em seu próprio campo defensivo, quebrando linhas e encontrando Nicolas Jackson já no setor de ataque. O atacante fez o pivô e encontrou Cole Palmer pela direita. O meio-campista carregou a bola, tirou do goleiro e marcou o terceiro dos Blues.

O resultado parecia ter sido definido. 3 a 0 no placar e pouco tempo para recuperação. No entanto, se havia alguma equipe com nada a perder em campo, esta equipe era o Luton Town. O time mandante até contou com a ajuda de um Chelsea que não jogou absolutamente nada após marcar seu terceiro tento, mas mostrou garra para conseguir se recuperar.

O primeiro gol saiu em uma cobrança de escanteio de Doughty, Ross Barkley subiu alto na primeira trave e mandou a bola para o fundo da rede de Petrovic, marcando mais uma ação da “lei do ex” na competição inglesa. Sete minutos depois, saiu o segundo gol.

Ogbene recebeu pela direita, cruzou para a área e encontrou Teden Mengi, que cabeceou para Dorde Petrovic realizar um verdadeiro milagre. No entanto, ninguém da defesa dos Blues conseguiu tirar o rebote, e Elijah Adebayo completou para o fundo da rede.

Depois do segundo gol, o Luton passou a ter domínio total da partida. De certa forma, foi uma atuação vexatória do Chelsea, que não conseguia manter a posse de bola de forma algum. Para sorte de Pochettino & cia., o árbitro apitou o final da partida e evitou que os mandantes chegassem ao empate.

Resultado: Luton Town 2 – 3 Chelsea

O péssimo desempenho do Chelsea no segundo tempo ficou evidenciado na “bronca” que Thiago Silva deu na equipe mesmo após o fim da partida e os três pontos conquistados. Com o resultado, os Blues permanecem na 10ª colocação da tabela, enquanto o Luton Town figura na primeira posição dentro da zona de rebaixamento: 18º.

 

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