Copa do Mundo
Futebol Copa do Mundo

Copa do Mundo de 2026 chega às quartas de finais! Confira a principal história de cada um dos 8 times

A Copa do Mundo de 2026 chegou às quartas de final reunindo favoritos tradicionais, seleções em ascensão e campanhas surpreendentes que explicam por que apenas oito equipes seguem na disputa pelo título. França, Espanha, Bélgica, Marrocos, Inglaterra, Noruega, Argentina e Suíça superaram uma fase eliminatória marcada por confrontos intensos, zebras e atuações decisivas. Agora, cada seleção entra na reta final carregando expectativas distintas, equilíbrio técnico, grandes protagonistas e o sonho de conquistar o troféu mais importante do futebol mundial diante de desafios cada vez mais exigentes.

A principal história da França nas quartas de final é a tentativa de recuperar o trono do futebol mundial. Após o vice-campeonato na Copa do Mundo de 2022, os Bleus voltaram a demonstrar toda a força e profundidade de seu elenco, chegando entre os oito melhores impulsionados pelo talento de Kylian Mbappé, novamente protagonista da equipe, sob o comando de Didier Deschamps. Com um grupo que combina experiência, juventude e grande qualidade técnica, a seleção bicampeã parece ter encontrado o equilíbrio ideal e surge como uma das mais fortes candidatas à conquista do título mundial.

A Espanha chega às quartas de final vivendo a consolidação de uma nova geração liderada por Lamine Yamal. Mesmo ainda muito jovem, o atacante tornou-se o principal símbolo de uma equipe que combina talento, intensidade e maturidade competitiva. Mantendo sua tradicional identidade baseada na posse de bola, os ibéricos também exibem enorme consistência defensiva, atravessando a competição sem sofrer gols. O equilíbrio entre ataque e defesa da Furia Roja transformou a seleção em uma das mais completas desta edição da Copa do Mundo e em forte candidata ao título.

Já a Bélgica vem para as quartas de final carregando o peso de uma geração que pode disputar sua última grande oportunidade de conquistar a Copa do Mundo. Apesar das críticas, das dúvidas sobre o elenco e dos problemas físicos enfrentados ao longo da competição, os Diabos Vermelhos mostraram resiliência para permanecer entre os oito melhores colocados. Agora, tentam provar que ainda possuem qualidade para competir pelo maior troféu do futebol. Resta saber se a experiência acumulada será suficiente diante de adversários mais consistentes e em grande fase.

Por outro lado, Marrocos volta a desafiar as hierarquias do futebol mundial ao confirmar que a campanha histórica de 2022 não foi obra do acaso. Com organização defensiva, confiança e atletas cada vez mais valorizados na Europa, os africanos sonham em ampliar seu legado. Já a Inglaterra busca encerrar um longo jejum de títulos, que não acontece desde 1966. Liderada por Harry Kane e Jude Bellingham, a seleção britânica demonstra maturidade, equilíbrio e acredita que esta Copa do Mundo representa a melhor oportunidade para transformar seu potencial em uma conquista histórica.

A Noruega surge como a grande novidade desta fase decisiva, retornando ao protagonismo internacional após décadas distante dos principais torneios. Impulsionada pelo poder ofensivo de Erling Haaland e pela criatividade de Martin Odegaard, a seleção escandinava voltou a despertar esperança em seu país. Já a Argentina mantém sua trajetória marcada pela genialidade de Lionel Messi. Aos 39 anos, o craque segue como referência da atual campeã mundial, mas o desafio argentino será equilibrar seu talento ofensivo com as fragilidades defensivas mostradas durante a Copa do Mundo de 2026.

Por fim, a Suíça assume o papel de grande surpresa das quartas de final da Copa do Mundo. Após eliminar a Colômbia na disputa por pênaltis nas oitavas de final, a seleção dos Alpes alcançou esta fase pela primeira vez desde 1954 e reforçou sua imagem de equipe extremamente competitiva em torneios de curta duração. Com organização tática, disciplina defensiva e uma impressionante força mental, os suíços acreditam que podem continuar surpreendendo. Agora, o desafio será prolongar esse conto de fadas diante da poderosa Argentina, em um confronto de grande expectativa.

Com apenas oito seleções restantes, a Copa do Mundo entra em sua fase mais emocionante e decisiva. Entre favoritos tradicionais, equipes que desafiam expectativas e grandes estrelas em busca de novos capítulos de glória, as quartas de final prometem confrontos marcados por equilíbrio, pressão e momentos históricos. Mais do que definir os semifinalistas, essa etapa irá revelar quais campanhas terão força para permanecer na memória dos torcedores e quais histórias serão eternizadas como parte dos grandes capítulos do torneio mundial.

Foto: Getty Images

Como as quartas de final da Copa do Mundo de 2026 podem mudar a história da competição

As quartas de final da Copa do Mundo de 2026 representam muito mais do que a disputa por quatro vagas nas semifinais. O torneio chegou ao seu momento decisivo carregando histórias capazes de mudar a própria narrativa recente da competição, seja pela consolidação de novas potências, pela tentativa de resgatar antigas tradições ou pela possibilidade de feitos inéditos. França, Marrocos, Espanha, Bélgica, Inglaterra, Noruega, Argentina e Suíça entram em campo sabendo que cada partida pode alterar o rumo de suas respectivas histórias no futebol mundial.

Entre os classificados para as quartas de final, França, Marrocos e Argentina têm algo em comum: foram as únicas seleções entre as oito restantes que também figuraram no top quatro da Copa do Mundo de 2022. A Albiceleste, atual campeã mundial, segue liderada por Lionel Messi, aos 39 anos, buscando mais uma final. Os Bleus apostam na força do elenco e em Kylian Mbappé. Já os Leões do Atlas querem provar que o feito no Catar não foi acaso e chegar à inédita decisão africana em uma nova página da história mundial.

A Espanha, por sua vez, carrega talvez uma das histórias mais simbólicas desta fase. Campeã em 2010, a seleção espanhola passou pelas edições de 2014, 2018 e 2022 sem conseguir repetir o protagonismo de sua geração dourada. Agora, embalada por uma equipe mais equilibrada e pela explosão de Lamine Yamal, a Furia Roja tenta reencontrar o caminho das grandes conquistas e voltar a uma semifinal pela primeira vez em 16 anos. A campanha atual representa uma oportunidade de encerrar um longo período de frustrações em Mundiais.

A Inglaterra também chega às quartas de final sustentando uma tendência de regularidade. Desde 2018, os ingleses alcançaram as semifinais da Copa do Mundo, disputaram uma final de Eurocopa e mantiveram presença constante entre as principais seleções do planeta. O desafio agora é transformar consistência em títulos. O elenco liderado por Harry Kane e Jude Bellingham acredita que a atual geração está madura o suficiente para encerrar um jejum mundial que já dura seis décadas.

A Bélgica, por outro lado, vive uma tentativa de reviver o espírito de 2018. A chamada geração de ouro envelheceu, alguns de seus protagonistas já deixaram a seleção e o país atravessou um período de reconstrução. Ainda assim, a campanha nesta Copa do Mundo reabriu a esperança de repetir a histórica terceira colocação conquistada na Rússia e mostrar que o futebol belga ainda possui forças para competir entre os gigantes.

As histórias de Noruega e Suíça seguem um caminho diferente. Os noruegueses disputam seu melhor Mundial em décadas e simbolizam o renascimento de uma seleção impulsionada pelo talento de Erling Haaland e Martin Ødegaard. Depois de anos ausente dos grandes palcos, o país escandinavo sonha em alcançar uma semifinal inédita e consolidar uma nova era para seu futebol.

A Suíça, por sua vez, é a grande surpresa destas quartas de final. Organizada, competitiva e extremamente eficiente defensivamente, a seleção voltou a esta fase pela primeira vez desde 1954 e tenta escrever o capítulo mais importante de sua história em Copas do Mundo. A classificação sobre a Colômbia reforçou a imagem de uma equipe que aprendeu a competir em torneios curtos e que já não pode mais ser tratada apenas como uma azarã.

Por tudo isso, as quartas de final da Copa do Mundo de 2026 têm potencial para redefinir a geografia do futebol internacional. Seja pela manutenção da hegemonia de campeões tradicionais, pela confirmação de novas forças emergentes ou pelo surgimento de campanhas inéditas, os próximos dias podem marcar o início de uma nova era na história do principal torneio do planeta.

Foto: Getty Images

Por que as quartas de final da Copa do Mundo de 2026 é importante para as oito seleções no futuro?

As quartas de final da Copa do Mundo de 2026 representam um ponto de virada para as oito seleções que ainda sonham com o título. Mais do que a possibilidade de chegar às semifinais, os confrontos desta fase podem definir o rumo de projetos esportivos, consolidar gerações e até determinar o futuro de treinadores e jogadores nos próximos ciclos internacionais.

Para seleções como França, Argentina e Inglaterra, uma classificação reforçaria a condição de potências permanentes do futebol mundial. Os franceses e os argentinos já chegaram entre os quatro melhores em 2022, enquanto os ingleses mantêm uma impressionante regularidade desde a Copa de 2018. Uma nova campanha de destaque consolidaria o trabalho desenvolvido nos últimos anos e aumentaria a confiança para o próximo ciclo rumo a 2030.

A Espanha também disputa uma partida com enorme significado histórico. Após decepções em 2014, 2018 e 2022, voltar às semifinais significaria o renascimento de uma seleção que tenta recuperar o protagonismo perdido desde o título de 2010. Já a Bélgica busca provar que ainda pode competir em alto nível, tentando reviver o espírito da geração que terminou a Copa do Mundo de 2018 em terceiro lugar.

Em contrapartida, Noruega, Marrocos e Suíça enxergam a oportunidade de mudar definitivamente seu patamar no cenário internacional. Uma vaga entre os quatro melhores transformaria essas seleções em candidatas mais respeitadas para os próximos grandes torneios e serviria de impulso para o desenvolvimento de suas novas gerações.

Do mesmo modo, a eliminação pode abrir um cenário de renovação. Equipes mais experientes, como Bélgica e Argentina, podem iniciar uma transição de elenco, enquanto outras seleções serão pressionadas a fazer ajustes técnicos e táticos. Por isso, as quartas de final da Copa do Mundo de 2026 carregam um peso que vai além do presente: os resultados dos próximos dias podem influenciar o futuro do futebol dessas oito nações por muitos anos.

(Foto: Getty Images)