A espera chegou ao fim, e Novak Djokovic está de volta à China depois de cinco anos. O sérvio contou com alguns obstáculos para finalmente, pisar em Xangai novamente, para atuar no Masters 1000 da cidade asiática. O europeu leva consigo o recorde de vitórias do torneio (34) e de títulos, que já foi levantado em quatro oportunidades (2012, 2013, 2015 e 2018).
Os primeiros passos de Djokovic no torneio chinês será diante do vencedor da partida entre o norte-americano Alex Michelsen e o tenista da casa Yunchaokete Bu.
“É uma sensação ótima. Senti falta. Já faz um tempo, voltando para um dos lugares mais felizes que já tive na minha carreira, um lugar e um país onde tive muito sucesso nas quadras de tênis, tanto em Pequim como em Xangai. Foram muitos títulos conquistados, ótimas lembranças”, disse o sérvio, hoje número 4 do mundo.
Acrescentou:
“Simplesmente amo jogar aqui, amo as condições, amo o apoio que recebo e também tenho uma motivação extra de tentar buscar meu 100º título”, disse Djokovic, que competiu pela última vez pela Sérvia na Copa Davis no início do mês passado.
Aos olhos de para alguns, o maior tenista da história, Nole acredita que melhorou bastante em sua caminhada, e que tem tudo para apresentar um belo nível esporte em quadra. O seu retorno à China é um ponto visto como interessantíssimo para ele, onde não pretende desperdiçar a atenção dos populares presentes para acompanharem a sua atuação:
Estou tentando melhorar diariamente em minhas sessões de treino. Jogo muitos pontos, games e sets para chegar ao nível desejado. Não tenho jogado muitos torneios ultimamente, então tenho que recuperar o atraso. Espero poder usar esse frescor de alguma forma”, observou o sérvio.
Depois de muito tempo distante, Novak Djokovic não deixou de elogiar os torcedores que tanto o apoiaram:
“Eles são provavelmente os fãs mais únicos e apaixonados, sempre tão dedicados e esperando por você diariamente. Dão presentes e realmente alimentam você com muito amor e energia. Estou muito animado em experimentar isso novamente”, afirmou o sérvio.
Motivos para Djokovic ter ficado longe da China
Nesses cinco anos distante do Masters 1000 de Xangai, Djokovic sofreu algumas lesões, o COVID-19 apareceu com força na região e suas prioridades no calendário também chegaram a falar mais alto em alguns momentos. A condição física adequada para atuar nos Grand Slams sempre foi o foco dos principais tenistas do ATP.
Foto: Rolex Shanghai Masters