O Paris Saint-Germain já se movimenta nos bastidores para garantir a permanência de Luis Enrique. Com contrato até a próxima temporada, o treinador espanhol negocia uma renovação que pode se estender até 2030 — com valores capazes de impactar o topo do mercado.
Embora as cifras ainda não tenham sido oficializadas, a expectativa é que o novo vínculo coloque Luis Enrique entre os técnicos mais bem pagos do mundo, com chances reais de assumir a liderança desse ranking.
Negociação avançada e bastidores
Segundo o jornalista Fabrice Hawkins, da RMC Sport, as conversas acontecem há meses e já estão em estágio avançado. A relação entre clube e treinador é considerada excelente, tanto dentro quanto fora de campo — fator que facilita o andamento das negociações.
Desde que chegou ao PSG, em 2023, Luis Enrique promoveu uma mudança estrutural na equipe. O time ganhou identidade ofensiva, organização coletiva e consistência competitiva — pilares que sustentaram o domínio nacional e culminaram na conquista inédita da UEFA Champions League em 2025.
Luis Enrique além do contrato
A renovação envolve também questões extracampo. Atualmente vivendo em Saint-Germain-en-Laye, a família do treinador avalia uma mudança para Neuilly-sur-Seine, buscando mais conforto e menos deslocamentos no dia a dia.
Outro ponto relevante é a manutenção da estrutura de trabalho, especialmente a permanência de Luis Campos, figura central no planejamento esportivo do clube.
Internamente, o clima é de confiança por um desfecho positivo. A estratégia do Paris Saint-Germain é clara: blindar o projeto liderado por Luis Enrique e assegurar a continuidade de um ciclo que já trouxe resultados expressivos — e elevou o clube a um novo patamar no cenário europeu.
Próximo compromisso
O PSG volta a campo nesta terça-feira (14), às 16h (horário de Brasília), em Anfield, na Inglaterra, para enfrentar o Liverpool. Os franceses venceram o jogo de ida por 2 a 0 e podem até perder por um gol de diferença para garantir a classificação à próxima fase.
Créditos da foto de capa: Richard A. Brooks/AFP