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Messi no Newell’s Old Boys? É possível; Confira

Mesmo aos 38 anos e com vínculo vigente com o Inter Miami até 2028, Lionel Messi voltou a reacender um dos maiores desejos do futebol argentino: atuar profissionalmente pelo Newell’s Old Boys, clube onde deu seus primeiros passos nas categorias de base, em Rosario, antes de partir para o Barcelona e construir uma carreira lendária. Esse tema, que há anos alimenta conversas, expectativas e emoções entre torcedores, ganhou novo fôlego recentemente após declarações de dirigentes do clube e movimentos institucionais que buscam transformar o sonho em algo concreto.

Da mesma forma, Lionel Messi — considerado por muitos o maior jogador da história do futebol — iniciou sua trajetória no Newell’s ainda criança, entre os 6 e 13 anos de idade, antes de se transferir para o Barcelona, onde se consagrou mundialmente. Ao longo da carreira, acumulou títulos, recordes e prêmios individuais, além de uma passagem pelo PSG antes de seguir para a MLS. Embora nunca tenha atuado profissionalmente pelo clube argentino, o vínculo afetivo com o Newell’s é profundo e reconhecido publicamente, a ponto de uma das arquibancadas do Estádio Marcelo Bielsa levar seu nome.

Nesta semana, o vice-presidente do Newell’s Old Boys, Juan Manuel Medina, confirmou à imprensa argentina que a diretoria trabalha em um projeto estruturado para viabilizar a presença de Messi no clube no primeiro semestre de 2027. Segundo o dirigente, a iniciativa ultrapassa o aspecto esportivo e envolve autoridades da cidade de Rosario, da província de Santa Fé e representantes do futebol argentino, com o objetivo de criar um ambiente adequado, seguro e atrativo para receber o craque.

Apesar do avanço das conversas, Medina reforçou que ainda não existe nenhum acordo oficial firmado entre as partes. Ou seja, o retorno de Messi ao Newell’s não se trata de uma negociação concretizada, mas de um plano em fase inicial de desenvolvimento. Um dos fatores que historicamente pesaram para a indefinição desse retorno é a questão da segurança e do bem-estar da família do jogador. O próprio Messi já declarou, em entrevistas passadas, que embora tenha o desejo de encerrar a carreira na Argentina, a tranquilidade e a proteção de seus familiares são determinantes em suas escolhas.

Por outro lado, há informações de que já ocorreram contatos preliminares entre a diretoria do Newell’s e o entorno do jogador. A ideia seria levar Messi para Rosario por um período aproximado de seis meses — possivelmente por meio de um empréstimo — antes de seu retorno ao Inter Miami para cumprir o restante do contrato. Do ponto de vista esportivo, o movimento teria um caráter mais simbólico do que competitivo: após uma carreira consolidada na Europa e na MLS, Messi não voltaria buscando desafios físicos intensos, mas sim escrever um capítulo histórico no futebol argentino, valorizando suas origens e inspirando futuras gerações.

Em síntese, embora a possibilidade de Messi vestir a camisa do Newell’s Old Boys em 2027 já vá além de um simples rumor, ainda não há confirmação oficial nem definição contratual após a Copa do Mundo de 2026, que será disputada no Canadá, nos Estados Unidos e no México. O projeto segue em andamento, com apoio institucional e potencial para se tornar o retorno mais emocionante da carreira do astro argentino — mas, até o momento, permanece no campo das intenções e expectativas.

Foto: Getty Images

Messi e o sonho de vestir a camisa do Newell’s Old Boys após a Copa do Mundo de 2026

O nome de Lionel Messi volta a ecoar com força nas arquibancadas do futebol argentino, agora impulsionado por um projeto concreto que busca transformar em realidade o sonho de ver o craque atuar profissionalmente pelo Newell’s Old Boys, clube de sua infância. Após conquistar a Copa do Mundo de 2022 e iniciar sua trajetória no Inter Miami, o capitão da seleção argentina pode estar mais próximo do que nunca de retornar à terra natal para escrever o capítulo final de sua carreira — possivelmente já no primeiro semestre de 2027, caso o plano se concretize após o Mundial de 2026.

A iniciativa partiu da própria diretoria do Newell’s. Em entrevista recente ao canal argentino Todo Noticias, o vice-presidente Juan Manuel Medina confirmou que o clube desenvolve um projeto ambicioso para trazer Messi de volta a Rosario em 2027. Segundo ele, a proposta não se limita ao aspecto esportivo nem apenas ao apelo emocional do retorno de um ídolo, mas envolve um plano mais amplo, com participação de autoridades locais, regionais e da estrutura do futebol argentino.

Natural de Rosario, Messi iniciou sua formação no Newell’s aos 7 anos, permanecendo até os 13, quando se transferiu para o Barcelona. Desde então, construiu uma das carreiras mais vitoriosas da história do futebol, com inúmeros títulos, uma Copa do Mundo e conquistas tanto na Europa quanto, mais recentemente, na Major League Soccer. Ainda assim, o desejo de defender profissionalmente o clube onde tudo começou sempre foi mencionado pelo jogador ao longo dos anos.

Um dos fatores que torna o plano viável é o calendário especial previsto pela MLS para 2027, que contará com uma temporada de transição entre fevereiro e maio, com o objetivo de alinhar o calendário norte-americano ao europeu. Essa janela poderia permitir um empréstimo ou contrato temporário de Messi com o Newell’s no primeiro semestre de 2027, considerando que seu contrato com o Inter Miami vai até 2028.

Mesmo assim, o projeto enfrenta desafios significativos. Medina foi claro ao afirmar que nada está fechado ou oficializado, e que a concretização depende de diversos fatores, principalmente a capacidade de oferecer infraestrutura esportiva adequada e, sobretudo, um ambiente seguro e estável para Messi e sua família durante a estadia em Rosario.

A questão da segurança é central. Jogadores de grande destaque que retornaram ao futebol argentino já enfrentaram preocupações relacionadas à proteção pessoal, tema que também envolve Messi e já foi abordado por ele em entrevistas anteriores. A tranquilidade familiar segue sendo prioridade absoluta nas decisões do craque.

Caso o projeto se concretize, a chegada de Messi ao Newell’s após a Copa de 2026 representaria um marco histórico para o futebol argentino. Mais do que a presença de um astro em campo, seria o fechamento simbólico de um ciclo que começou nas ruas de Rosario, ganhou o mundo e retornaria ao ponto de origem como um momento inesquecível para torcedores, para o clube e para a identidade esportiva do país.

Ainda assim, até que as negociações avancem e se formalizem, o projeto seguirá alimentando esperanças e expectativas, à espera de definições concretas que possam finalmente coroar o sonho de ver Messi atuando pelo Newell’s Old Boys.

Foto: Getty Images

Caso acerte com o Newell’s, Messi poderá reencontrar Di María no clássico contra o Rosario Central

A possibilidade de Messi vestir a camisa profissional do Newell’s Old Boys abre espaço para um roteiro digno da história do futebol argentino. Se o retorno a Rosario se confirmar após a Copa do Mundo de 2026, um dos capítulos mais simbólicos dessa trajetória poderá acontecer no palco da maior rivalidade local: o clássico contra o Rosario Central, clube onde Ángel Di María iniciou sua carreira.

O Clásico Rosarino vai muito além de um simples jogo. Trata-se de uma das rivalidades mais intensas do continente, marcada por paixão, identidade e uma divisão histórica da cidade entre vermelho e preto, de um lado, e azul e amarelo, do outro. Nesse cenário, a presença de Messi no Newell’s e de Di María no Rosario Central transformaria o confronto em um evento de repercussão mundial.

Messi começou sua caminhada no futebol no Newell’s ainda criança, antes de partir para o Barcelona e construir uma carreira lendária. Di María, por sua vez, surgiu no Rosario Central antes de brilhar em clubes como Benfica, Real Madrid, PSG e Juventus. Ambos são filhos de Rosario, campeões do mundo com a seleção argentina e protagonistas de uma geração histórica. Vê-los frente a frente, defendendo os clubes que os formaram, seria um encontro carregado de simbolismo, emoção e memória.

Mais do que um reencontro entre amigos e ex-companheiros de seleção, o clássico ganharia status histórico. Seria a materialização de uma narrativa rara no futebol moderno: dois astros globais retornando às origens para escrever os capítulos finais de suas carreiras nos campos onde tudo começou. Para a cidade, representaria uma mobilização sem precedentes. Para o futebol argentino, uma vitrine internacional.

O impacto extrapolaria as quatro linhas. Direitos de transmissão, turismo esportivo, presença maciça da imprensa internacional e uma expectativa global colocariam o Clásico Rosarino no centro das atenções do futebol mundial. O confronto deixaria de ser apenas local para se tornar um espetáculo acompanhado por milhões de torcedores ao redor do planeta.

Naturalmente, tudo isso ainda depende da confirmação do retorno de Messi ao Newell’s e da permanência de Di María no Rosario Central no mesmo período. Mas a simples possibilidade já é suficiente para alimentar o imaginário dos torcedores. Em um esporte movido por histórias, poucas seriam tão poderosas quanto essa: dois campeões do mundo, dois filhos de Rosario, frente a frente no clássico que divide a cidade.

(Foto: Getty Images)