(por Fabrício Carvalho)A direção do Palmeiras ainda não superou o comportamento dos jogadores do Boca Juniors no Allianz Parque na segunda partida das semifinais da Conmebol Libertadores, disputada na última quinta-feira (5), quando a equipe argentina empatou por 1 a 1 no tempo normal e venceu a disputa por pênaltis.De acordo com informações reveladas inicialmente pelo GE, o Palmeiras desenvolveu uma relatório na Análise de Desempenho apontando 22 minutos de partida consumidos pelas atitudes do Boca com atendimentos médicos e demora nas reposições de jogo de Romero. O relatório apontou 12 minutos de paralisação por quedas e atendimentos no gramado e 10 minutos nas reposições do goleiro.Cabe ressaltar que o período de 22 minutos nem considera a demora em outros lances como lateral e situações de jogo paralisado após cobranças de falta. Este documento sustenta as reclamações de Anderson Barros, diretor de futebol do Palmeiras.O dirigente concedeu entrevista coletiva pós-jogo e reclamou bastante do árbitro Andrés Matonte. Anderson Barros afirmou que o árbitro uruguaio falhou em não condenar o antijogo do Boca Juniors e pediu uma atitude da Conmebol em relação à isso.”Tenho convicção de que a Conmebol vai tomar uma providência. Não podemos permitir que a Libertadores volte a ser aquela Libertadores de antigamente, em que as partidas não se desenvolviam e havia arbitragens complacentes com o antijogo. O que aconteceu foi uma vergonha.”Por fim, os bancos de dados estatísticos apontam que Palmeiras 1-1 Boca Juniors teve apenas 49 minutos de bola rolando, contrariando o padrão estabelecido pela Fifa de 60 minutos.Imagem: Conmebol Media
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