Júlio Casares São Paulo
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São Paulo estuda fazer pré-temporada de 2025 no exterior

O São Paulo tem a chance de realizar parte de sua pré-temporada de 2025 fora do Brasil. O clube recebeu convites para participar de torneios amistosos em janeiro e está avaliando as alternativas. Uma das possibilidades é treinar nos Estados Unidos e disputar uma competição similar ao Torneio da Flórida, no qual o time participou e saiu campeão em 2017.

No entanto, a possível classificação do São Paulo para a Conmebol Libertadores de 2025 pode influenciar essa decisão, especialmente se o clube conquistar uma vaga para as fases preliminares da competição. A segunda fase, onde entram os times brasileiros, está prevista para começar em 19 de fevereiro.

Atualmente, o São Paulo ocupa a quinta posição no Campeonato Brasileiro, com 47 pontos. Os quatro primeiros colocados garantem vaga direta para a fase de grupos da Libertadores, que começa em abril. Já os times que terminarem em quinto e sexto lugares precisam disputar a partir da segunda fase eliminatória – que inclui uma terceira fase, ambas no formato mata-mata, antes da entrada nos grupos.

Na última vez que participou do Torneio da Flórida, em 2017, o São Paulo enfrentou o River Plate na semifinal, avançando à final após um empate sem gols e uma vitória nos pênaltis – foi a estreia de Rogério Ceni como técnico. Na final, o Tricolor encarou o Corinthians, e novamente venceu nos pênaltis, conquistando o título da competição.

Além dos aspectos esportivos, a pré-temporada no exterior pode ser uma oportunidade para o clube se aproximar do mercado internacional e fortalecer sua marca.

Fundo de Investimentos no São Paulo

Fechado com as gestoras de investimentos Galapagos e Outfield, o São Paulo vota nesta terça-feira a criação de um fundo de investimento em direitos creditórios (FIDC). O objetivo é captar R$ 240 milhões para substituir a maior parte da dívida tricolor com bancos.

O contrato entre o clube e os terceiros. Em 13 páginas, foram estabelecidas as regras de funcionamento do fundo, que funciona como uma operação de crédito mais sofisticada do que um empréstimo convencional, pois passam a existir travas na governança.