O US Open será palco de uma grande disputa pelo top do ranking da WTA. Por enquanto, Aryna Sabalenka se encontra no topo, mas a bielorrussa não vive um grande momento e está ameaçada como a n.º 1. Elena Rybakina é a mais próxima e tem grande oportunidade no Grand Slam, enquanto Jessica Pegula também está na disputa.
A estadunidense ainda pode somar pontos no Cincinnati Open, o que pode ajudar ainda mais. A distância atual entre as três tenistas é de menos de 2.000 pontos, quantidade que Sabalenka precisa defender no major. Contudo, como não tem chegado longe nos últimos torneios, as chances de continuar no topo são bem pequenas.
Entenda o que cada uma precisa para terminar o US Open como a n.º 1 do mundo.
Aryna Sabalenka
Aryna Sabalenka vive um momento ruim, com dificuldade nos últimos meses. Mostrando um nível muito abaixo do que esperado da n.º 1 do mundo, não tem nenhuma final desde março. Ainda assim, a atleta ainda é favorita no US Open. Mas o histórico recente não é bom, sendo eliminada sem chegar a fases mais avançadas.
Suas últimas finais foram na conquista do Sunshine Double e, desde então, vem sofrendo derrotas inesperadas. Para ficar como a líder do ranking, a tarefa não é simples, só que é bem direta: precisa ser campeã. O problema é que pode não ser suficiente, pois Rybakina estará virtualmente à sua frente.

Elena Rybakina
Retirando os pontos do US Open, é Elena Rybakina quem fica na frente da disputa, com 1.326 de vantagem. Nesta semana, tem 8.141 e já podia ter passado Sabalenka, mas abandonou a partida por sentir uma lesão. Ainda não se sabe se está saudável para disputar o major estadunidense. Entretanto, se for, é a única que depende apenas de si.
No momento, tem 434 pontos a menos que Aryna. Assim, mesmo que a rival seja campeã, a cazaque fica com o n.º 1 se chegar à semifinal. É uma grande oportunidade para Rybakina, só que com poucas garantias. Há uma preocupação com a lesão sofrida em Cincinnati e sua real condição só será descoberta nos próximos dias.
Se conseguir jogar, como defende apenas 240 pontos, é a que tem maior chance de estar no topo ao fim do torneio. Por fim, mesmo que não vá, ainda pode ficar como top 1 se as outras na briga não forem campeãs.
Jessica Pegula
Assim como Sabelanka, Jessica Pegula também depende do resultado de Rybakina no US Open, mas há chances para a estadunidense. Em 2025, chegou à semifinal e defende 780 pontos, ainda ficando atrás do top 2 atual com 6.485 pontos após a retirada dos pontos do Grand Slam. De qualquer forma, só chega ao n.º 1 se for campeã no major.
Somado a isso, precisa que Rybakina pare ainda nas primeiras rodadas e caia até as quartas de final. Em qualquer outro cenário, não há chances para Pegula. Por outro lado, a tenista está em seu melhor ranking, dentro do top 3, e pode melhorar sua marca mesmo se ficar apenas como a n.º 2 do mundo.

Coco Gauff
Por fim, Coco Gauff vive a mesma situação de Pegula e Sabalenka: precisa do título e que Rybakina não vá longe. Após a retirada dos pontos, a campeã de Cincinnati se mantém como n.º 4 da WTA, com 6.485 pontos. Em 2023, já foi campeã do US Open e tenta repetir seu feito, contudo, nunca alcançou o topo do ranking e tenta quebrar essa barreira agora.
Foto: Darrian Traynor/Getty Images



