Nesta quinta-feira (1°) tivemos o segundo jogo da nossa seleção feminina de vôlei, em Paris. O Brasil enfrentou o Japão, em jogo que valia a classificação para a SFV. A seleção estava em harmonia na partida, e encurralou as japonesas, para vencer a partida por 3-0. O Brasil, coletivamente falando, foi impecável, mas o destaque vai para a partida de Gabi. que teve 42.86% de eficiência nos ataques, anotou 17 pontos no jogo, e teve 73% de eficiência nas recepções.
Outros destaques do Brasil incluem: a líbero Nyeme, que teve 71% de aproveitamento nas recepções, e 13 defesas perfeitas; Ana Cristina anotou 15 pontos, sendo dois de bloqueio, e 13 pontos de ataque, em 28 bolas recebidas; e Carolana teve oito pontos no jogo, sendo quatro pontos de bloqueio.
Os destaques do Japão incluem: Sarina Koga com 10 pontos, sendo um de bloqueio, e um ace; Arisa Inoue registrou nove pontos no jogo; Nichika Yamada anotou cinco pontos, sendo um de saque, e teve 44% de eficiência no ataque; e Yukiko Wada com cinco pontos no jogo.

A nossa seleção teve uma derrota amarga para o Japão, na semifinal da VNL desse ano, e estavam dispostas a fazer vingança em Paris. A motivação para vencer era especial, também por se tratar de um jogo que complica a continuação das japonesas nas Olimpíadas, e por ser o jogo para selar nossa classificação para as quartas-de-final.
Para as japonesas, além da pressão de vencer para ter chance mais tranquila de classificação, também havia o sentimento de dar uma despedida digna para Sarina Koga. Esta Olimpíada será o último torneio da carreira de Koga, que anunciou a aposentadoria aos 28 anos de idade. Ela é a capitã da seleção japonesa, e principal nome do ataque.
As parciais da partida foram: 25-20, 25-17, 25-18. O Brasil teve 45 pontos de ataque, 10 de bloqueio, e quatro aces, que mostram a performance maiúscula da SFV. O próximo compromisso das meninas será contra a Polônia, neste domingo (4) às 16h (Horário de Brasília). O Japão enfrenta o Quênia no sábado (3) às 8h, e com a vitória, ainda tem chances de passar como um dos melhores terceiros, mas dependerá dos outros jogos para a confirmação.
Brasil dá aula na Arena Paris Sul, e vence o jogo de maneira contundente
No primeiro set de partida, o Brasil teve muitos erros, que foram dando chances de reação para o Japão, mas as japonesas também não estavam aproveitando seus contra-ataques. Por outro lado, tivemos um desempenho satisfatório na rede, com quatro pontos de bloqueio. Fechamos a parcial em 25-20, e abrimos 1-0 no jogo.
Os destaques da SFV no set, foram: Ana Cristina com cinco pontos, sendo dois de bloqueio; Gabi com cinco pontos também; e Rosamaria com quatro pontos, sendo um ponto no saque. Os destaques do Japão no set foram, Yukiko Wada com quatro pontos; e Sarina Koga com três pontos, sendo um ponto de bloqueio.
O segundo set também foi marcado por muitos erros de ataque do Japão, que foram dando grande vantagem na parcial para as brasileiras. Com um set muito tranquilo, a SFV fechou a parcial em 25-17, e abriu 2-0 no jogo, colocando o Brasil a um set da classificação em Paris.
Os destaques do Brasil no set foram: Ana Cristina com sete pontos (chegando a 12 pontos no jogo); Gabi com seis pontos (chegando aos 11 na partida), sendo um ponto de bloqueio; Rosamaria teve quatro pontos (chegando aos oito totais); e vale citar o set de Roberta também, que mostrou uma sinergia gigante com nosso poderoso ataque.
No terceiro set, vimos um Japão indo para o tudo ou nada, por toda a pressão de estar 2-0 atrás no placar, e com zero pontos na fase de grupos. As japonesas forçaram um jogo mais equilibrado de início, e conseguiram explorar nossos bloqueios. Mas a reação japonesa foi momentânea, e nosso bloqueio voltou a castigar. Foram quatro pontos de bloqueio no set, e a parcial fechou em 25-18 para a SFV, que venceu o jogo por 3-0.
Carolana foi o grande nome do terceiro set, e teve sete pontos, sendo um ponto de saque, e três pontos no bloqueio, além de 100% de eficiência nos bloqueios; Gabi teve seis pontos no set, e foi importante para a seleção fechar a partida sem sustos.
Foto: Luiza Moraes/COB