A Copa do Mundo de 2026 representou um marco simbólico para o futebol mundial ao consolidar a despedida de Lionel Messi e Cristiano Ronaldo do maior palco da modalidade. Após duas décadas dominando o debate sobre quem foi o maior jogador de sua geração, os dois astros encerraram suas trajetórias em Mundiais em um torneio que também evidenciou a ascensão definitiva de uma nova geração liderada por nomes como Lamine Yamal, Kylian Mbappé, Jude Bellingham e Erling Haaland. A própria FOX Sports definiu a competição como o fim de uma era lendária protagonizada pelos dois craques.
No caso de Lionel Messi, o atacante chegou ao torneio aos 39 anos conduzindo a Argentina até mais uma decisão de Copa do Mundo. A campanha terminou com a derrota por 1 a 0 para a Espanha na final, disputada em 19 de julho, encerrando a tentativa do bicampeonato consecutivo dos argentinos. Mesmo sem levantar o troféu, o astro da Albiceleste voltou a demonstrar protagonismo durante toda a competição e, após a decisão, publicou uma mensagem agradecendo aos torcedores, destacando o orgulho pela caminhada da equipe e reconhecendo o mérito da Furia Roja.
Por outro lado, Cristiano Ronaldo também disputou sua última Copa do Mundo vestindo a camisa de Portugal. A seleção portuguesa foi eliminada pela futura campeã Espanha nas oitavas de final, encerrando o sonho do atacante de conquistar o único grande título que faltava em sua carreira, diferentemente de Messi, campeão mundial em 2022, no Catar, diante da França na disputa por pênaltis. Após a eliminação, a cobertura da FOX Sports ressaltou que, embora sua trajetória em Copas tivesse chegado ao fim, o legado construído pelo camisa 7 permaneceria para sempre na história do futebol.
O encerramento das trajetórias de Messi e Cristiano Ronaldo em Copas do Mundo coincidiu com uma inevitável renovação do futebol internacional. A conquista da Espanha em 2026, liderada pelo talento de Lamine Yamal e sustentada por uma geração jovem e competitiva, simbolizou essa transição histórica. O título marcou o fim da era dominada pelos dois maiores ícones do século XXI e consolidou o início de um novo ciclo, em que atletas emergentes assumem o protagonismo, redefinem as principais referências da modalidade e projetam o futuro do esporte em escala global.
Embora Messi e Cristiano Ronaldo ainda possam prolongar suas carreiras em clubes e até representar Argentina e Portugal em outras competições internacionais, a Copa do Mundo de 2026 permanecerá como o capítulo derradeiro da maior rivalidade da era moderna do futebol. O torneio simbolizou o encerramento de um ciclo histórico marcado por recordes, títulos e protagonismo absoluto. Mais do que uma despedida em Mundiais, representou o fim de uma geração que redefiniu os padrões de excelência do esporte e inspirou milhões de torcedores em todos os continentes.

Como Messi e Cristiano Ronaldo buscam definir seus futuros com suas seleções, após encerrarem suas trajetórias na Copa do Mundo
A despedida de Messi e Cristiano Ronaldo das Copas do Mundo não representa, necessariamente, o encerramento imediato de suas histórias pelas seleções nacionais. Após a edição de 2026, disputada nos Estados Unidos, Canadá e México, os dois maiores protagonistas do futebol do século XXI passam a administrar os últimos capítulos de suas carreiras internacionais com objetivos distintos, mas igualmente simbólicos: conquistar novos títulos, aproximar-se da marca de 1.000 gols oficiais e definir o momento ideal para encerrar trajetórias que transformaram o esporte.
Pelo lado argentino, Lionel Messi ainda não oficializou sua aposentadoria da seleção. Aos 39 anos, o camisa 10 deixou aberta a possibilidade de seguir defendendo a Argentina em compromissos específicos, tendo como principal horizonte a Copa América de 2028. Caso confirme sua permanência, poderá liderar a Albiceleste na tentativa de conquistar um inédito tricampeonato consecutivo da competição continental, após os títulos de 2021 e 2024.
A campanha até a final da Copa do Mundo de 2026 evidenciou que, mesmo na reta final da carreira, Lionel Messi permaneceu como a principal referência técnica e emocional da Argentina. Sob o comando de Lionel Scaloni, o camisa 10 voltou a assumir protagonismo nos momentos decisivos, liderando a equipe com inteligência, criatividade e experiência. Sua influência ultrapassou as estatísticas, servindo como exemplo para os companheiros dentro e fora de campo. A trajetória até a decisão reforçou seu legado como um dos maiores jogadores da história do futebol mundial.
Já Cristiano Ronaldo também vive um momento de transição. Eliminado nas oitavas de final da Copa do Mundo pela futura campeã Espanha, o atacante de 41 anos ainda pode permanecer como opção para Jorge Jesus na UEFA Nations League. A competição de 2026/27 surge como a oportunidade mais concreta para encerrar sua trajetória internacional buscando um terceiro título do torneio, após as conquistas de 2019 e 2025.
Apesar de encerrar seu ciclo em Copas do Mundo com Portugal, Cristiano Ronaldo ainda mantém em aberto a possibilidade de disputar a Eurocopa de 2028. No entanto, esse cenário é considerado mais improvável devido à idade que terá no início da competição e às exigências físicas cada vez maiores do futebol internacional. Mesmo preservando elevado nível de profissionalismo e preparo, sua permanência dependerá das condições competitivas apresentadas nos próximos anos, além das decisões da comissão técnica e do próprio atacante português.
Embora os caminhos sejam diferentes, Messi e Cristiano Ronaldo compartilham um objetivo que ultrapassa as conquistas coletivas. Ambos seguem perseguindo a marca de 1.000 gols oficiais na carreira, um feito sem precedentes entre os maiores artilheiros da história do futebol. A reta final pelas seleções deverá ser administrada com cautela, equilibrando preparação física, calendário e competitividade. Independentemente da data escolhida para a despedida definitiva, os dois ídolos caminham para encerrar suas histórias internacionais deixando um legado incomparável, marcado por recordes, títulos e uma rivalidade que definiu uma das eras mais memoráveis do futebol mundial.

Será que Messi e Cristiano Ronaldo poderão ampliar mais seus números com suas seleções?
A Copa do Mundo de 2026 encerrou oficialmente a trajetória de Lionel Messi e Cristiano Ronaldo em Mundiais, mas não necessariamente colocou um ponto final em suas histórias com as seleções nacionais. As informações oficializadas ao longo de julho indicam que os dois craques seguem avaliando seus próximos passos, mantendo a possibilidade de disputar compromissos internacionais no segundo semestre de 2026. Embora ambos estejam em fase final de carreira, a expectativa é de que ainda ampliem números que já os colocam entre os maiores jogadores da história do futebol.
O astro Lionel Messi terminou o Mundial conduzindo a Argentina até mais uma final, encerrada com a derrota por 1 a 0 para a Espanha. Mesmo sem conquistar o bicampeonato consecutivo, voltou a ser decisivo durante a competição e reforçou, após a decisão, o orgulho pela campanha realizada pela equipe de Lionel Scaloni. A Associação do Futebol Argentino (AFA) ainda não confirmou sua aposentadoria da seleção, mantendo aberta a possibilidade de participação nas próximas datas FIFA de amistosos previstas para o segundo semestre de 2026.
Caso permaneça na seleção, Messi poderá ampliar sua expressiva marca de jogos e gols pela Argentina, consolidando ainda mais seu legado com a camisa albiceleste. Além disso, manterá vivo o objetivo de disputar a Copa América de 2028, competição em que os argentinos buscarão um inédito tricampeonato consecutivo. A tendência, contudo, é que sua utilização seja administrada com cautela pela comissão técnica, priorizando partidas estratégicas e preservando sua condição física diante do calendário intenso e das exigências do futebol internacional.
Do mesmo modo, Cristiano Ronaldo vive situação semelhante em Portugal. Após disputar sua última Copa do Mundo e ser eliminado pela futura campeã Espanha, o atacante manteve em aberto a definição sobre o encerramento de sua trajetória pela seleção. A Federação Portuguesa de Futebol, entretanto, ainda conta com o camisa 7 para a sequência da UEFA Nations League 2026/27, competição em que o país ibérico buscará conquistar seu terceiro título. Sua permanência dependerá da condição física, do rendimento esportivo e das escolhas do próprio jogador.
A UEFA Nations League surge como o cenário mais provável para Cristiano Ronaldo ampliar seus recordes pela seleção portuguesa. Além de aumentar o número de partidas internacionais, o atacante poderá expandir sua marca histórica como maior artilheiro do futebol de seleções masculinas. Já a Eurocopa de 2028 aparece como uma possibilidade mais distante, em razão da idade que terá no início da competição e do processo de renovação vivido por Portugal. Assim, sua continuidade dependerá do rendimento esportivo, da condição física e das decisões da comissão técnica.
Outro fator que mantém Messi e Cristiano Ronaldo motivados é a busca pela histórica marca de 1.000 gols oficiais na carreira. Embora ambos estejam próximos do encerramento de suas trajetórias, cada convocação representa uma oportunidade de diminuir a distância para esse feito. Ao mesmo tempo, a experiência e a liderança dos dois seguem sendo consideradas fundamentais por Argentina e Portugal, influenciando não apenas o desempenho dentro de campo, mas também o ambiente do grupo e o desenvolvimento das novas gerações de jogadores.
Assim, o fim da participação em Copas do Mundo representa apenas o encerramento de um capítulo específico na trajetória de Messi e Cristiano Ronaldo. As informações divulgadas ao longo de julho indicam que ambos seguem com espaço em suas respectivas seleções e ainda têm condições de ampliar estatísticas, recordes e até conquistas antes das despedidas definitivas do futebol internacional. Enquanto permanecerem competitivos e fisicamente aptos, continuarão exercendo papel relevante dentro e fora de campo, reforçando um legado que marcou profundamente a história do esporte.
Se isso acontecer, os últimos compromissos de Messi e Cristiano Ronaldo por Argentina e Portugal ganharão um significado ainda maior, após a Copa do Mundo de 2026. Além de representarem a despedida de duas das maiores lendas da história do futebol, poderão consolidar definitivamente um legado dificilmente igualado pelas próximas gerações. Cada partida terá valor simbólico, reunindo experiência, competitividade e a busca por novos recordes. Independentemente dos resultados, ambos deixarão uma marca profunda no esporte, influenciando atletas, transformando a modalidade e inspirando milhões de torcedores ao redor do mundo.
(Foto: Getty Images)