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Fluminense: Diniz convida John Kennedy para almoço e conversa dura três horas

O Fluminense está feliz com a chegada de Thiago Silva, mas não deixa de lado alguns conflitos que foram vivenciados. Depois do treino na última sexta-feira (8), o técnico Fernando Diniz convidou John Kennedy para um almoço, onde tinha a intenção de colocar o “papo” em dia com o jovem atacante. Segundo o ge, a conversa durou três horas, onde abordaram diversos assuntos.

Com múltiplas pautas a serem faladas entre os dois profissionais do Fluminense, a curiosidade de Diniz sobre a vida pessoal de JK era uma delas. Sem esquecer do círculo familiar dele e suas pretensões de vida, na intenção de saber, como estava “aquele” atacante que foi completamente crucial na conquista da Copa Libertadores do ano passado.

Sem brechas para “puxões de orelha” ou broncas, o técnico Fernando Diniz tentou levar a situação como uma “conversa de pai para filho”. Essa movimentação do treinador do Fluminense não inédita, mas também não é vista como comum, em outras oportunidades, os almoços não costumam demorar como aconteceu com John Kennedy.

O treinador do Tricolor Carioca já deixou claro que não pretende “perder” o camisa nove, principalmente por considerá-lo uma “pessoa rara”. Essa nova conversa entre os dois, aparece num momento bem interessante de JK, que tem dois gols nos últimos três jogos, como se fosse um principio de ascensão por parte dele na temporada.

Altos e baixos no Fluminense

O momento de John Kennedy no Fluminense é bom, mas no início da temporada não estava tanto assim. Com seus dois gols nos últimos três jogos, não apresentava essas estatísticas quando foi barrado pela equipe carioca, após ter se envolvido em alguns problemas extracampo com outros jovens jogadores.

Depois de bastante tempo, a sua maturidade foi colocada à prova pelas pessoas ao seu redor, fazendo com que Fernando Diniz, voltasse a falar sobre sua relação com John Kennedy:

“O John Kennedy é um trabalho sem trégua e sem fim para que ele consiga amadurecer a ponto de dar conta do imenso talento que tem. Não é fácil ser jogador de futebol sempre falando isso. Principalmente pessoas como o John Kennedy, que têm a história de vida que esses caras têm. E a gente está aqui para ajudar, obviamente, porque a gente tem limitação. A vontade de ajudar pode até ser ilimitada, mas, assim, a nossa capacidade não chega ao infinito”, afirmou o técnico.

Foto: Lucas Merçon/Fluminense

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