Luka Modric Croácia
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Modric + 10? Como seria a seleção da Iugoslávia atualmente se o país não tivesse sido dividido? Confira

Modric está se sentindo muito bem com a seleção da Croácia, mas e se a história tivesse tomado rumos diferentes? A fragmentação da antiga Iugoslávia, oficializada ao longo da década de 1990, não apenas redesenhou o mapa político dos Bálcãs, como também dissolveu uma das mais tradicionais escolas de futebol da Europa.

No entanto, mesmo décadas após este fato hstórico, a Playmaker Brasil resolveu ter uma ideia exclusiva: como seria uma seleção unificada reunindo talentos de Eslovênia, Croácia, Sérvia, Bósnia e Herzegovina, Montenegro, Kosovo e Macedônia do Norte?

A projeção de um time contemporâneo evidencia um potencial técnico capaz de rivalizar com as principais potências do futebol mundial teria Luka Modric como o cérebro de uma engrenagem altamente qualificada. Porém, cabe ressaltar que o veterano não seria a única estrela, pois a seleção certamente estaria recheada de jogadores bem qualificados. A seguir, veja a escalação que o time da Playmaker Brasil preparou.

A escalação da Iugoslávia com Modric sendo o grande destaque

Na meta, Jan Oblak seria escolha praticamente unânime. Referência mundial na posição, o goleiro alia reflexos de elite a um posicionamento quase irretocável, garantindo segurança a uma defesa que mistura juventude e versatilidade.

O setor defensivo teria como destaque nomes como Josip Stanišić e Joško Gvardiol, este último já consolidado entre os zagueiros mais completos da nova geração europeia. Ao lado deles, Strahinja Pavlović agregaria imposição física e agressividade nos duelos, enquanto Mërgim Vojvoda ofereceria amplitude e profundidade pelo lado direito.

No meio-campo, a riqueza técnica se tornaria ainda mais evidente, pois a base da construção passaria pelos pés de Luka Sučić e de um segundo articulador que poderia variar entre Eljif Elmas e Mateo Kovačić, perfis distintos que dariam alternativas táticas importantes. Enquanto Elmas oferece condução e chegada à área, Kovačić se destaca pela progressão com bola e controle de ritmo.

E então, naturalmente, o protagonismo recai sobre Modric. Mesmo em fase mais avançada da carreira, o camisa 10 seguiria sendo o eixo organizador, ditando o tempo de jogo com inteligência rara, visão periférica e precisão nos passes. Em um contexto coletivo tão qualificado, seu impacto poderia ser ainda mais potencializado.

No trio ofensivo, juventude e dinamismo seriam as marcas. Martin Baturina atuaria como um meia mais adiantado, responsável por conectar setores e explorar espaços entrelinhas. Pelos lados, Kristjan Asllani (apesar de atuar internacionalmente pela Albânia, tem origem kosovar) poderia cumprir função híbrida, enquanto Benjamin Šeško seria a referência ofensiva: um centroavante moderno, que combina velocidade, força e capacidade de finalização.

Do ponto de vista tático, provavelmente teríamos uma equipe com características ideais para um jogo dominante: saída qualificada desde a defesa, meio-campo técnico e móvel, além de um ataque capaz de alternar entre jogo apoiado e transições rápidas. A versatilidade dos nomes permitiria variações entre sistemas como 4-3-3 e 4-2-3-1, sem perda de identidade.


Escalação: Oblak; Vojvoda, Stanisic, Pavlovic, Gvardiol; Sucic, Elmas ou kovacic, Modric; Baturina, Asllani, Sesko


Mais do que um exercício de imaginação, a projeção reforça o impacto histórico da dissolução iugoslava no futebol mundial. Separados, os países continuam revelando talentos em abundância. Ou seja, todos juntos poderiam formar uma seleção de elite não seria apenas um cenário de “Modric + 10”, mas um coletivo capaz de disputar títulos em qualquer cenário internacional.

Imagem: AFP