(por Igor de Paiva)Com a sua permanência garantida para 2023, apesar do momento político vivido no Fluminense, Fernando Diniz já começa a tratar a próxima temporada como prioridade. Com inúmeros talentos surgindo em sua categoria de base, o comandante encara os jovens jogadores como principal arma para o time se reforçar.”Essa fábrica de Xerém é um dos grandes pilares do Fluminense. Não vamos trazer o jogador pronto, mas lapidar, investir, incentivar para que tenha outros ‘Andrés’, ‘Martinellis’, ‘Alexsanders’, porque acho que tem. E pontualmente contratar. Não adianta contratar um monte de jogador. Não temos dinheiro para trazer o Gerson (também revelado pelo Fluminense) como o Flamengo tem”, disse.Somado aos garotos, os estrangeiros têm mais destaque dentro do elenco tricolor. O maior exemplo disso é o atacante Germán Cano, que marcou 43 gols na temporada, números que o dão o título de maior artilheiro do Brasil. Além do argentino, Jhon Arias, nascido na Colômbia, também demonstrou um bom futebol com a camisa do Fluminense.”É tudo um trabalho mais difícil, quase que investigativo: ver qual o próximo Arias na América do Sul e acertar. Eventualmente vai errar, não vai acertar toda hora. Mas o Fluminense tem que seguir essa linha, porque não vai dobrar o orçamento. A gestão é responsável, está pagando o passivo, e a gente tem que fazer um trabalho diferente. Mas eu acredito no Fluminense e na força da torcida”, concluiu.No campeonato Brasileiro a equipe de Diniz chegou a marca de 67 pontos, ficando na terceira colocação do torneio.
Futebol