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Automobilismo Fórmula 1

GP da Emilia Romagna: Sérgio Pérez aponta desconforto com os pneus em sua ausência no Q3

O desempenho da Red Bull, definitivamente, não foi o melhor do final de semana em Imola, ainda mais para Sérgio Pérez.

A equipe austríaca sofreu durante todas as sessões de treinos livres para encontrar o balanço ideal do carro. E o que foi ruim acabou piorando, pelo menos para o piloto mexicano, que vai largar na 11ª posição neste domingo (19), no GP da Emilia Romagna.

Seu companheiro de equipe, por sua vez, não pode dizer o mesmo. Max Verstappen cravou a volta mais rápida do final de semana, com 1:14.746. De quebra, igualou o recorde de Ayrton Senna de poles consecutivas. Os dois agora possuem oito melhores classificações em sequência.

E, para tentar explicar o que houve durante o qualifying, Sérgio Pérez apontou um desconforto com os pneus em voltas rápidas.

“Quando coloquei o pneu novo no Q2, ganhei muita aderência traseira e fui direto para a Curva 7, perdi 0s250, o que, dado que as diferenças [entre os tempos dos pilotos] eram extremamente apertadas, simplesmente não deu certo”, disse Checo.

Muitas mudanças e progresso para Sérgio Pérez durante o fim de semana do GP de Emilia Romagna

Apesar da enorme frustração de não ter chegado entre os 10 primeiros no treino de classificação, Pérez destacou o grande esforço da Red Bull em buscar o equilíbrio ideal do carro para a pista do Autódromo Enzo e Dino Ferrari.

Tal fator foi decisivo, segundo o piloto mexicano, para a conquista da pole de Verstappen.

“Estávamos mexendo muito no carro, na pilotagem, na configuração aqui e ali. Tentamos de tudo. Foi bom ver o Max progredindo bastante e eu senti que do meu lado do carro estava melhorando, mas infelizmente não conseguimos mostrar isso”, ressaltou.

Checo também foi questionado sobre as condições da pista e quais as principais dificuldades encontradas em Ímola. Vale lembrar que houve o retorno da caixa de brita em substituição às áreas de escape de asfalto, que punem os erros que possam vir a cometer os pilotos.

“Acho que principalmente um dos problemas é a pilotagem, as zebras. Há muitas zebras aqui. E também o equilíbrio. Você precisa da confiança na entrada para atacar as curvas de média velocidade, as curvas de frenagem. Se o equilíbrio estiver um pouco errado, pode custar caro”, finalizou.

(Foto: AutoSport)

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