Lesão de jogadores preocupa seleções para a Copa do Mundo 2026
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Lesão de jogadores preocupa seleções na Copa do Mundo 2026

A Copa do Mundo de 2026 se aproxima rapidamente e vários craques correm contra o tempo para se recuperar de lesões graves. Algumas ausências já estão confirmadas, enquanto outras geram forte preocupação nas comissões técnicas. O torneio começa em 11 de junho e a forma física dos principais nomes pode decidir o destino de muitas seleções.

Lamine Yamal sofreu uma lesão muscular na coxa enquanto defendia o Barcelona e deve desfalcar o clube até o fim da temporada. O Barcelona, porém, acredita que o jovem espanhol estará pronto para a Copa. Ainda assim, a lesão acende um alerta sobre sua preparação final.

Marc-André ter Stegen, goleiro da Alemanha e do Barcelona, luta contra um problema crônico no tendão da coxa. Sua recuperação tem sido lenta e as chances de estar 100% para os primeiros jogos da Alemanha diminuem a cada semana. A ausência dele seria um golpe duro para uma seleção que conta com experiência em grandes torneios.

Cristian Romero, zagueiro da Argentina, está fora do restante da temporada inglesa por lesão no joelho. O jogador saiu machucado após choque com o goleiro do Tottenham e, embora exista otimismo quanto à sua recuperação, a falta de ritmo de jogo preocupa a comissão técnica argentina.

Hugo Ekitiké, do Liverpool, teve a lesão mais grave da lista. O atacante francês rompeu o tendão de Aquiles em abril e só deve voltar a jogar em 2027. Sua ausência na Copa do Mundo é certa, o que representa um duro golpe para a França, que perdia um dos destaques da temporada.

Mohammed Kudus, do Tottenham, segue em avaliação após lesão muscular na coxa que pode exigir cirurgia. Gana corre o risco de perder seu principal criador de jogadas se a recuperação se estender.

Reece James, lateral da Inglaterra e do Chelsea, enfrenta mais um problema no tendão da coxa. Depois de perder os dois últimos grandes torneios, sua participação na Copa depende de evitar novas recaídas.

Alphonso Davies, do Bayern e do Canadá, convive com lesões musculares recorrentes. Sua velocidade é peça-chave para o ataque canadense, mas o corpo parece não aguentar a carga. Se não estiver plenamente recuperado, o Canadá perde muito poder ofensivo.

Mikel Merino, do Arsenal, fraturou o pé em fevereiro e segue fora de ação. A Espanha monitora sua evolução com cautela, pois a falta de ritmo pode comprometer sua presença.

Wataru Endo, capitão do Japão, sofreu lesão no joelho e no tornozelo que exigiu cirurgia. Sua ausência tira liderança e experiência do meio-campo japonês.

Arda Güler, do Real Madrid, teve o fim da temporada espanhola decretado por lesão muscular. A Turquia torce para que ele recupere a forma a tempo, mas o pouco tempo de preparação preocupa.

Preocupações para o Brasil

Éder Militão, do Real Madrid, também está fora do restante da temporada espanhola por lesão muscular na coxa. O zagueiro brasileiro mira a Copa, mas o histórico recente de problemas musculares deixa a comissão técnica do Brasil em alerta.

Estevão Willian, jovem do Chelsea, também se recupera de lesão muscular na coxa e não jogará mais pelo clube nesta temporada. O Brasil mantém esperança, mas sua falta de ritmo recente torna a convocação incerta.

Rodrygo, do Real Madrid, é baixa confirmada para o Brasil. O atacante rompeu o ligamento cruzado anterior em março e não terá condições de disputar o Mundial. A perda de um dos jogadores mais explosivos do ataque brasileiro é sentida como um baque significativo.

A lista de lesionados mostra que a Copa de 2026 já cobra seu preço antes mesmo de começar. Seleções como Brasil, Alemanha, França, Argentina e Espanha terão que lidar com ausências ou retornos arriscados. A forma física e a capacidade de recuperação desses jogadores podem definir o rumo de muitas equipes no torneio.

Foto: Glyn KIRK / AFP