(por Fabrício Carvalho, do Rio de Janeiro)Após o reconhecimento do gramado nesta sexta-feira (3), o Fluminense concedeu a última entrevista coletiva antes da grande decisão da Conmebol Libertadores nesta sexta-feira (3), em duelo diante do Boca Juniors.Nesta entrevista coletiva, Diniz não tomou o mesmo caminho do técnico adversário (Jorge Almirón) e manteve o mistério em relação à presença de John Kennedy ou Martinelli na equipe titular. Ou seja, a dúvida será encerrada apenas com a divulgação oficial restando uma hora para o apito inicial.Além disso, Diniz reconheceu que uma vitória em cima do Boca Juniors na decisão modificará o seu status como treinador de futebol no mundo, pois a decisão continental envolvendo o técnico da Seleção Brasileira será transmitida ao vivo para mais de 150 países.Em outra parte importante da coletiva, Fernando Diniz também ressaltou os principais pilares centrais de seu trabalho e elogiou a qualidade técnica do Boca Juniors, sem conseguir garantir que definirá o título no tempo regulamentar.Com mais de 60 mil pessoas presentes no Maracanã, a decisão da Conmebol Libertadores será realizada neste sábado (4), a partir das 17h, pelo horário de Brasília, no Maracanã. Em caso de empate nos 90 minutos, haverá prorrogação de 30 minutos. Com a persistência do empate, a definição ocorrerá via decisão por pênaltis.Trechos da entrevista coletiva de Fernando Diniz”Diferente do Almirón (técnico do Boca Juniors), vão ter que imaginar. Tem essas possibilidades, talvez outras. Se a dúvida está aí, vou deixar como está. Com o John Kennedy, você ganha mais profundidade, e com um cara no meio, em tese, você ganha mais recurso no meio de campo. A base de minha estratégia é colocar o melhor time para cada jogo e é o que vou fazer amanhã.””Obviamente que o que vai acontecer amanhã sempre modifica o status quo das coisas e como as pessoas te enxergam. O mais importante não é como as pessoas me enxergam, mas como eu me enxergo. Não vou ficar a mercê de a bola entrar amanhã ou não. Vou fazer o meu melhor. Já tenho ansiedade, mas não é isso que vai mudar a minha vida. A capacidade que tivemos de trabalhar todos os dias e um ano e meio juntos.””Temos muito respeito pelo o time do Boca ter chegado à final. Claro que é algo que chama a atenção. Treinamos pênalti e também tudo para fazermos nosso melhor em campo. O Fluminense, posso te garantir, se preparou para todos os cenários.””Os meus pilares são boas relações, bons vínculos. Isso faz parte das outras coisas, do planejamento tático, para que os jogadores se sintam cada vez melhores em campo. Para terem confiança e coragem para fazerem o que têm que fazer. É estabelecer boas conexões e, principalmente, boas conexões entre eles.”Imagem: Lucas Marçon / Fluminense
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