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Futebol

Impressões da goleada do Brasil diante da Coreia do Sul 

(por Rafael Lima)
O Brasil foi a campo querendo apagar a má impressão deixada pelo time reserva na derrota para Camarões. A Seleção Brasileira atuou de forma alegre, explorando bem os dois pontas, com boas jogadas individuais, ultrapassagens, Neymar e Paquetá participando bastante do jogo e os gols saindo de forma construída, com o time criando em abundância e com competência, além das danças que expressavam a alegria brasileira a cada bola na rede. E assim, a nossa seleção aplicou 4 a 1 na Coreia do Sul, que apesar da derrota, deixou a Copa de cabeça erguida. 

A Coreia começou tentando pressionar o jogador da bola do Brasil, mas a Seleção Brasileira atuou com uma postura agrupada, atuando na velocidade e com passes curtos, o que dificultou muito para a defesa coreana. Em menos de 10 minutos, após grande jogada de Raphinha, Vini Jr, com calma, recebeu o cruzamento, dominou, e bateu sem chances para o goleiro. Logo depois, Richarlison sofreu um pênalti bobo, se aproveitando do nervosismo dos coreanos. Neymar foi para a bola e bateu muito bem, colocando 2 a 0 no placar rapidamente. 

O Brasil, mesmo com 2 a 0, continuava com a bola, se movimentando muito bem. Neymar participava muito do jogo e fazia o ataque brasileiro fluir. Além disso, Raphinha voltava para negociar as jogadas e Vini Jr sempre dava opção. Porém, o terceiro gol veio de uma linda triangulação que começou numa bela jogada individual de Richarlison, que passou para Marquinhos, a bola chegou em Thiago Silva, que deu bela assistência para o próprio “Pombo”, que se projetou e marcou um golaço pela belíssima jogada coletiva. 

A Coreia se lançou ao ataque de forma desorganizada, dando espaço para os contragolpes. Numa boa puxada, Neymar serviu Vini Jr, que lançou por cima para Lucas Paquetá, que pisou na área e pegou de primeira para anotar o quarto tento brasileiro. 

O Brasil seguiu sendo dono da partida, tomando a bola e partindo para pegar a defesa coreana aberta. A Seleção Brasileira variava os ataques nas duas pontas com Paquetá se aproximando de Raphinha e Neymar de Vini Jr, desta forma o quinto gol ficou próximo, mas não saiu até o fim do primeiro tempo. 

A segunda etapa começou com a Coreia do Sul tentando sair mais, porém, o time jogava na base de bolas espirradas para as pontas, sem trocas de passes. Além disso, a equipe asiática se desorganizava facilmente e o Brasil tinha o contra-ataque à disposição. Com Raphinha e Vini Jr em ótima jornada, a maioria dos ataques brasileiros levavam perigo real de gol. 

Quando a Coreia estava mais com a bola, Tite colocou Bremer em campo no lugar de Danilo, além de Dani Alves substituindo Militão e Martinelli na posição de Vini Jr. desta forma, o Brasil se posicionou com três zagueiros, melhorando mais a cobertura. Porém, a mudança não evitou o golaço de Paik, numa bomba de fora da área, reduzindo o placar. 

A adaptação do time brasileiro com três zagueiros demorou para acontecer, o Brasil não conseguia reter a bola, tendo um espaço muito grande entre defesa e ataque. Entretanto, logo a nossa seleção se encontrou e passou a marcar na pressão, ocupando o campo ofensivo. O time brasileiro conseguia dificultar a saída de bola coreana e tomava a posse no campo de ataque. Apesar disso, faltava o capricho final na conclusão para fazer o quinto.

Desta forma, chegou ao fim a melhor atuação da Seleção Brasileira no Catar, um jogo seguro, futebol bonito e dinâmico no primeiro tempo, para depois administrar no segundo e se garantir nas quartas da Copa do Mundo.

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