O Everton recebeu nesta segunda-feira (8) uma redução adicional de dois pontos por violação das regras de rentabilidade e sustentabilidade (PSR) da Premier League. Essa penalidade é imposta por uma comissão independente à qual a Premier League encaminhou o Everton em janeiro.
Com isso, o clube de Merseyside foi punido duas vezes na mesma temporada e agora encontra-se em 16º lugar, apenas dois pontos acima da zona de rebaixamento para a Championship. Tudo indica que essa punição terá grande repercussão na Inglaterra, considerando que outros clubes não são punidos.
O Everton chegou a ser punido com uma penalidade de 10 pontos em novembro por uma violação do PSR relacionada ao período de três anos que termina na temporada 2021/22, mas a punição foi reduzida em fevereiro para seis pontos. Por isso, é provável que o clube acabe recorrendo novamente.
Nova tabela de classificação da Premier League
| J | PTS | |||
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14
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Crystal Palace
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31
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30
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15
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Brentford
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32
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29
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16
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Everton
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31
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27
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17
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Nottingham Forest
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32
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25
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18
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Luton Town
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32
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25
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19
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Burnley
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32
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19
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20
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Sheffield United
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31
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16
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Entenda o drama do Everton
Em 31 de março, Everton relatou uma perda de £ 89,1 milhões (US$ 112,5 milhões) na temporada 2022-2023 – quase o dobro do ano anterior. Isto cobre o período examinado pela comissão independente que levou à segunda acusação.
As contas mostraram que a dívida do clube aumentou para £ 330,6 milhões, após uma sexta temporada consecutiva de perdas, mas o Everton afirma que esta dívida crescente se deve em grande parte ao “investimento significativo” em seu novo estádio em Bramley-Moore Dock, em Merseyside, programado para inaugurar em 2025.
Cabe relembrar que o Nottingham Forest também recebeu uma penalidade de quatro pontos em março pela violação do PSR relacionada ao período de três anos que termina na temporada 2022/23.
Todos os clubes tiveram que apresentar suas contas para o período que termina na temporada 2022/23 até 31 de dezembro – e não em março, como faziam anteriormente – com quaisquer violações e cobranças subsequentes confirmadas 14 dias depois.
Imagem: Divulgação
